24-01-10 - Vietname: Perseguidos, mas não desamparados
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| Local de culto destruído pelas autoridades |
Mesmo apesar do país, em 1975, ter vedado o acesso a missionários estrangeiros, hoje homens e mulheres estão a abraçar a fé em número assinalável. Missionários indígenas evangelizam os povos tribais vietnamitas. Fazem-no com convicção, coragem e com grande sacrifício pessoal.
Um líder estimado em mais de 900 igrejas tem pago um preço alto pelo seu compromisso com o Evangelho. Ele passou mais de dois anos preso dentro de uma caixa de 2,4 x 1,2 metros, com uma janela para a alimentação e um buraco para escoamento sanitário. Ele ficou com o coração partido quando soube que a sua esposa foi submetida às mesmas crueldades numa prisão perto da sua caixa. No entanto, a prisão dela serviu para fortalecer a fé dele. Ele ouviu a esperança na voz dela quando ela cantava, "Os Seus olhos estão nos passarinhos e eu sei que Ele cuida de mim."
Um regime comunista repressivo tem estado a procurar acabar com o Cristianismo no Vietname há décadas. No entanto, como na China, a perseguição não conseguiu impedir o crescimento do zelo e testemunho das igrejas.
Outro pastor e a sua congregação com mais de 500 crentes cortaram a sua própria madeira e construíram um espaço para reuniões bonito. Mas as autoridades comunistas demoliram-no. Em três dias a congregação colocou uma estrutura simples de bambu no seu lugar, mas as autoridades também ameaçaram destruí-la.
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| Os crentes reedificam rapidamente os locais de culto destruídos |
Depois de passar sete anos na prisão por pregar a Cristo, um pastor tribal foi finalmente libertado. Em vez de de se confinar ao isolamento e ao anonimato, ele optou por entrar de novo num centro de treinamento da Bíblia para se fortalecer.
Eles estão a viver o que Paulo descreveu aos coríntios: “Em tudo somos atribulados, mas não angustiados: perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos", sabendo que a sua aflição está a prepará-los para um "peso eterno de glória mui excelente" (II Coríntios 4: 8-9, 17).






