20-06-2017 - Alunos são proibidos de agradecer a Jesus no discurso de formatura

Uma aluna cristã chamou atenção dos media na semana passada após ser proibida pela direção de sua escola de agradecer ao Senhor Jesus Cristo no seu discurso de formatura. O texto escrito por ela, que foi eleita porta-voz da turma, passou por uma censura prévia, onde foram apagadas todas as menções a Deus.
A atitude de Moriah Bridges foi corajosa. Ela desafiou os administradores, mesmo sendo ameaçada de sanções e fez o discurso na íntegra, diante de seus colegas, professores e os pais presentes na cerimónia de formatura.
Segundo o The Blaze, a jovem estudante da Beaver High School, havia escrito originalmente uma oração de agradecimento, onde ela usava termos como “Pai celestial” e “Senhor”.
Contudo, a superintendente escolar, Carrie Row determinou que fossem eliminadas “referências religiosas”. Moriah concordou em reescrever o texto, mas disse que não se sentia bem em ter de negar a sua fé.
Na hora de representar a sua turma, no entanto, ela disse que encontrou coragem e encerrou o discurso dizendo: “Sempre segui as regras. Quando disseram para não mascar chicletes nas aulas, eu não masquei. Quando disseram para não usar o telemóvel, eu não usei o meu telemóvel. Mas hoje, vou desafiar as expectativas e talvez pela última vez nesta escola, “em falo no nome justo de Jesus Cristo, Amém”.
Este é o segundo caso divulgado recentemente de alunos que são proibidos de expressar a sua fé em nome da laicidade do Estado.
O adolescente Seth Clark, de 13 anos, seria o orador da sua turma na colação de grau de Ensino Fundamental de Akin, no estado do Illionois.
Ele faria um discurso com menções a Jesus, a sua igreja, a prática do perdão, como lições por todos os alunos, mas a direção da escola proibiu-o de ler o que havia escrito. De modo similar a Moriah Bridges, ele não negou a sua fé.




