23-06-2016 - Professores escoceses exigem que escolas tenham “currículo LGBT”

Sindicato quer que educação “inclusiva” seja ensinada desde os primeiros anos - um tipo de vilolência infantil tão ou mais grave que os outros.
O maior sindicato de professores da Escócia exige que as crianças em idade escolar de todo o país aprendam desde os primeiros anos sobre famílias do mesmo sexo e a história do movimento LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgéneros).
Na sua reunião anual em Perth, o Instituto Educacional da Escócia resolveu "unir-se à campanha Hora da Educação Inclusiva” – TIE na sigla original. Essa proposta pedagógica defende o ensino obrigatório de uma série de tópicos controversos, incluindo a homossexualidade e a transexualidade.
Sob o arco maior da “identidade de género”, eles acreditam que a educação sexual, incluindo os temas LGBT, deveriam fazer parte do currículo.
A maioria dos membros do Parlamento escocês oficializaram o apoio ao TIE no início deste ano. Por isso, o governo escocês estabeleceu um grupo de trabalho para discutir os objetivos da campanha e ouvir as recomendações de grupos ativistas.
Cavalo de Tróia
David Robertson, fundador do Centro Público para o Cristianismo, descreveu a campanha do TIE como um “cavalo de Tróia para impor a sua perspectiva ideológica a todos os alunos”.
Ele acredita que esta é uma tentativa de “doutrinar os alunos da escola com uma perspectiva particular sobre a ética moral e sexual e uma que é contrária ao Cristianismo, confissão majoritária do país”.
Na Inglaterra, há um debate sobre os planos governamentais para oferecer uma “educação de relacionamentos”, que incluiria tópicos LGBT ensinados às crianças. Se for aprovado, os pais cristãos não terão o direito de impedir os seus filhos de assistir às aulas.
NOTA:
Denuncia este tipo muito grave de vilolência infantil legalizada.
- Charisma News




