29-07-2017 - Ideologia de género aumenta em 500% os conflitos psicológicos em crianças

Após a ideologia de género passar a ser aceite em escolas e outras instituições da Escócia, o número de crianças confusas com relação ao seu próprio género (masculino ou feminino) que foram enviadas para especialistas aumentou cerca de 500% em quatro anos, no país.
Em 2013, apenas 34 crianças foram enviadas para apoio especializado a crianças com disforia de género (distúrbio que gera o conflito sobre a definição de género), de acordo com o jornal 'The Times Scotland'. Mas esse número tem vindo a multiplicar quase todos os anos desde então, acabou excedendo a quantidade de 200 crianças no ano passado.
Os grupos Pró-LGBT argumentaram dizendo que o aumento desses números se deve ao "aumento da consciencialização na sociedade sobre tais questões".
"Penso que em 2013, se se fosse um jovem em conflito com questões de género, não se sabia para onde se dirigir", disse James Morton, gerente da 'Scottish Trans Alliance', que apoia os transgéneros no país. "E se eles fossem ver sua identidade de género, muitas vezes o seu médico não saberia para onde se dirigir. Mas nos últimos anos, as vias de referência sobre este assunto se tornaram muito mais claras".
"Também foi apenas nos últimos anos que muitas crianças se tornaram conscientes de uma palavra para descrever o que estão a passar", acrescentou.
O jornal escocês 'The Times' informou que estas crianças são levadas aos especialistas porque estão "preocupadas com sua identidade de género ou sua expressão de seu género".
As estatísticas anteriores divulgadas pelo Serviço de Desenvolvimento de Identidade de género mostraram que houve um grande aumento no número de crianças que se dirigem a clínicas de identidade de género como um todo no Reino Unido, com os números quadruplicando nos últimos cinco anos.
Porém, a realidade é que a disforia de género está a ser resultado de uma pressão imposta sobre as crianças.
"Isto tornou-se uma indústria, as pessoas estão a preparar-se cada vez mais para encorajar as crianças a questionarem o seu género numa época em que elas só precisam fazer o seu papel de filhos e filhas. Quando os professores criam essas questões, as crianças podem ficar confusas ou infelizes e traumatizadas por isto", afirmou Chris McGovern, ex-conselheiro do Departamento de Educação, em um artigo para o jornal 'The Telegraph' no início de julho.
"Em certo sentido, estamos a impor preocupações de adultos às crianças. As escolas também estão a ser pressionadas para cumprir uma agenda politicamente correta", acrescentou McGovern.
A Dra. Joanna Williams, professora universitária e autora do livro 'Women vs Feminism' ('Mulheres versus Feminismo') argumentou ainda que é justamente a ideologia de género que está a levar as crianças a sofrerem com tal confusão.
"As pesquisas sugerem que apenas um por cento da população tem problemas com questões de género. Embora o número de crianças transgénero seja pequeno, está a crescer rapidamente", afirmou Williams em junho, advertindo que as crianças estão a ser forçadas a "desaprender" a diferença entre meninos e meninas.
"As crianças - incentivadas por suas experiências na escola - estão a começar a questionar a sua identidade de género em idades cada vez mais jovens", acrescentou, ressaltando que algumas escolas estão agora "a encorajar até mesmo as crianças mais jovens a questionarem se são realmente um menino ou uma menina".




