12-10-2017 - Cristãos são expulsos de cafeteria por proprietário gay

Um grupo de cristãos estava na cafeteria Bedlam em Seattle, Washington, quando foram expulsos. O motivo? Por ser homossexual assumido, o dono não queria como clientes quem condenava o seu estilo de vida.
Os ativistas do grupo Abolish Human Abortion [Abolição do Aborto Humano] distribuíam folhetos contra o aborto nas ruas da cidade, quando decidiram fazer uma pausa. Dirigiram-se ao local mais próximo onde conseguiam tomar um café, parando ali para relaxar por uns minutos.
De repente, foram confrontados por um homem que afirmava ser o proprietário do local. Um vídeo mostrando a embaraçosa situação viralizou no Facebook. Os ativistas Caleb Head e Caytie Davis registaram o momento em que Ben Borgman (na foto), proprietário do local, começa a gritar “Eu sou gay. Vocês têm que sair daqui”, diz ele logo no início da filmagem.
"Está a negar-nos o serviço?”, perguntou Davis. “Sim, isso mesmo”, respondeu Borgman, visivelmente alterado.
Quando o ativista Jonathan Sutherland questionou porque razão eles estavam a ser expulsos, o dono do Badlam perdeu o controlo. “Se eu for buscar o meu namorado e transar com ele aqui, irá tolerar?”, questionou Borgman.
“Essa é a sua escolha”, respondeu Sutherland, que pareceu não entender a provocação. Borgman passou então fazer um discurso enfatizando que discordava das posições dos cristãos sobre o aborto e o casamento gay.
“Eu não tenho que tolerar isso! Saiam, todos. Digam a todos os vossos amigos que não venham aqui”, vociferou o dono do local. Quando um dos cristãos tentou falar sobre Jesus, foi interrompido. “Eu não vou ser salvo por ninguém”, disparou Borgman, que passou a dizer blasfémias sobre Cristo.
O argumento levantado pelo Abolish Human Abortion é que os tribunais nada fazem quando ocorre uma situação como esta, onde é o gay que se nega a servir cristãos por discordar das suas convicções.
Antevendo a possibilidade de um processo jurídico, Ben Borgman usou a conta do Café Bedlam no Facebook para se justificar. Ele alega que os cristãos montaram-lhe uma armadilha.
“Eu fui batizado católico romano, fui a alguns estudos da Bíblia, li o livro inteiro mais de uma vez. No meu entendimento, e para usar o vernáculo religios, essas pessoas estão a operar para Satanás. O grande ilusionista enganou-os, fazendo-os acreditar que o ódio é amor, que a raiva é a paz, e que essas mentiras são verdadeiras”, escreveu ele, alegando que o vídeo foi editado e as suas palavras tiradas de contexto.
- in Washington Times




