14-11-2017 - Max Lucado, no seu novo livro, usa a mensagem do apóstolo Paulo para ajudar o leitor que sofre de ansiedade e depressão

Estudiosos da área da saúde e médicos afirmam que a ansiedade é o “mal do século”. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, 9,3% da população tem algum transtorno de ansiedade. 5,8% da população é afetada pela depressão, no Brasil. Procurando ajudar na contenção do problema, no livro “O fim da ansiedade”, lançado pelo Thomas Nelson Brasil, Max Lucado traz uma forma alternativa de lidar com a doença, o uso da bíblia e o direcionamento de Deus.
Conhecido pela sua literatura motivacional, Max Lucado em “O fim da ansiedade” orienta ao leitor que é possível lidar com as dificuldades e se recuperar em momentos de crise. Lucado afirma que “a presença da ansiedade é inevitável, mas ser prisioneiro dela é opcional”.
Fundamentado na mensagem do apóstolo Paulo, o autor dá caminhos para se livrar da ansiedade descansando em Deus e deixando pra trás calmantes e antidepressivos.
Descrita como “o mal do século”, a ansiedade é uma das doenças mais comuns da atualidade. As vendas de calmantes e antidepressivos são cada vez maiores, mas Max Lucado apresenta uma nova receita para o tratamento: a mensagem de Paulo aos cristãos contida na Bíblia.
“A ansiedade é uma chuva de meteoros do tipo “e se?”. E se eu não fechar a venda? E se não recebermos o bónus? E se não pudermos comprar os aparelhos para os dentes das crianças? E se meus filhos ficarem com os dentes tortos? E se os dentes tortos impedirem que eles tenham amigos, uma carreira ou um cônjuge? Não é da vontade de Deus que você leve uma vida de constante ansiedade. Não é da vontade dele que você encare cada dia com temor e apreensão. Ele o criou para ter mais do que uma vida de ansiedade que lhe tira o fôlego e de preocupações que dividem sua mente. Ele tem um novo capítulo para sua vida. E está pronto para escrevê-lo.”
"Não estejais inquietos [ou, ansiosos] por coisa alguma: antes as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus pela oração e súplicas, com ação de graças" (Fulipenses 4:6).
Segundo o jornal Correio da Manhã online de 13 de novembro, 800 mil portugueses tomam calmantes todos os dias. Segundo o mesmo jornal o estudo foi realizado com dados das prescrições médicas.




