18-11-2017 - "Tiro" de ateus sai-lhes pela culatra

Ateus tentam impedir oração em escola e a resposta foi um avivamento espiritual.
Quando um organização ateia decidiu entrar na justiça contra o treinador da equipa de de futebol de uma escola não imaginava que acabaria por estimular um avivamento espiritual.
A Freedom From Religion Foundation [FFRF] conseguiu uma vitória nos tribunais contra a East Coweta High School, no estado americano da Geórgia. O técnico John Small, que costumava orar com a sua equipa na lateral do campo antes dos jogos agora está impedido.
Contudo, a reação dos familiares dos jogadores e dos demais estudantes da escola foi surpreendente. “Em vez de sermos menos de 100 jogadores a orar, temos em média 400 estudantes a orar nas arquibancadas. Eles têm esse direito e nós vamos apoiá-los nisso”, comemorou Small.
Ele conta que imediatamente após sair o veredito contra as suas reuniões de oração, alguns alunos assumiram o compromisso de organizar um campanha de oração antes dos jogos. Rapidamente a iniciativa cresceu e muita gente uniu-se a eles. Para o treinador, a proibição dos ateus “tornou-se algo realmente positivo”.
“Sabe o que aconteceu? Esta organização [FFRF], seja qual for a intenção deles, não sabe que se se diz aos adolescentes que eles não podem fazer algo, então eles certamente vão fazer aisso”, provoca Small.
O assunto foi amplamente divulgado pela imprensa, após a FFRF ter aberto o processo. Eles notificaram judicialmente o Distrito Escolar do Condado de Coweta, lembrando que é ilegal que os treinadores de escola pública divulguem as suas crenças religiosas pessoais. No processo, os ateus exigiam que fosse proibida a prática de oração de todos os funcionários da escola “antes, durante ou após os jogos de futebol”.
Contudo, a sentença não pode fazer nada quando os alunos e pais fazem orações espontâneas nas arquibancadas. Há relatos de pessoas que chegam mais cedo para poderem participar do movimento. Esse tipo de interesse nas coisas de Deus é algo inédito na escola, garantem os professores.
Rob Brass, diretor da Fellowship of Christian Athletes – organização similar aos Atletas de Cristo – comemorou. Para ele, esse movimento é “uma reação natural para nós como seguidores de Cristo”.
“Esta é uma guerra espiritual. A primeira coisa que somos chamados a fazer é orar. Nós não gostamos de saber que os treinadores não podem mais orar com os jogadores. Mas se é assim que deve ser, então ficamos felizes por que, de certa forma, isso forçou os próprios alunos a tomarem a posição de liderança e promover o nome Cristo, assumindo essa luta para si. A coisa mais bonita nisso tudo é ver esses jovens intensificando e liderando as orações”, avalia.
- in Faith Wire e Christian Post




