01-12-2017 - Os infiéis ignorantes devem ser forçados a aceitar o islão, defende líder “moderado”

Jornalista filma evento fechado em mesquita e revela hipocrisia de clérigos muçulmanos.
Imãs radicais participaram recentemente em um evento promovido por uma instituição beneficente islâmica nos Estados Unidos. Os convidados falaram em mesquitas da Virgínia, Maryland e Texas. Para os media seculares, o discurso do Conselho sobre Relações Islâmico-Americanas (CAIR, na sigla original) é que eles promovem o “diálogo” e luta contra a “intolerância religiosa”. Os seus eventos são anunciados como a promoção do “Islão moderado”, mas o que foi visto no interior é algo bem diferente.
O jornalista paquistanês Ehsan Rehan fugiu do seu país natal e hoje vive em Washington, DC. Ele foi ameaçado de morte no seu país natal, após as suas reportagens investigativas denunciarem o discurso de jihad radical de alguns imãs. “Devido às ameaças dessas organizações radicais, tive que fugir do país duas vezes, primeiro em 2009 e em definitivo em 2012”, conta Rehan.
Dia 18 de novembro o jornalista entrou no salão de eventos do hotel Holiday Inn em Springfield, Virgínia, e usou o seu telemóvel para filmar o que era dito, embora isso fosse proibido pelos organizadores.
O orador principal da noite era Habib-ur-Rehman Ludhianvi, um imã islâmico que foi levado do Paquistão especialmente para o evento.
Sem meias palavras, Ludhiavi disso que os muçulmanos presentes estavam numa “terra de infiéis”, a quem ele considera “ignorantes”. O seu discurso é um exemplo claro do que líderes muçulmanos dizem quando estão de portas fechadas e como isso muda quando ficam diante das câmaras em declarações públicas.
A rede operada por Ludhianavi, que dirige o seminário islâmico Dar-ul-Uloom, com sede no Paquistão, tem mesquitas nos Estados Unidos, no Canadá e no Reino Unido. O símbolo dessa organização é o local de culto em Minnesota, onde eles compraram uma antiga Igreja Católica e a reformaram em 2014.
O Centro Islâmico de Darul Uloom é considerado de linha radical, tendo laços conhecidos com a Tablighi Jamaat – grupo fundamentalista e proselitista conhecida por seus membros como o “Exército das Trevas”.
Na conferência da Virgínia, o imã Ludhianvi recomendou uma abordagem bastante clara para lidar com os que não acreditam na jihad, incluindo os muçulmanos “moderados”.
“Eles são ignorantes e não há necessidade de diálogo com eles, Deus deu-lhes duas opções: uma é o livro sagrado [Alcorão] e a outra é a vara. Se não aceitam o livro sagrado, devem ser forçados com a vara”, disparou.
No mesmo dia em que Ludhianavi falava na conferência na Virgínia, Jaylani Hussein, outro líder muçulmano falava num simpósio em St. Cloud, Minnesota, onde falou a um grupo reunido na biblioteca pública da cidade: “Eu entendo que a nossa organização [CAIR] está ameaçada. Eu sei por que somos atacados. Não é por causa do nosso silêncio. É porque nós carregamos uma grande vara”.
Segundo Rehan, uso que da palavra “vara” nos dois discursos com portas fechadas não deve ser ignorado pois é um termo comum para “força”, o que implica o uso da jihad, subentendendo terrorismo.
- in Rabwah e WND
Comentário:
"Admoesto-te pois, antes de tudo, que SE FAÇAM DEPRECAÇÕES, ORAÇÕES, INTERCESSÕES, e ações de graças por todos os homens; pelos reis, e por todos os que estão em eminência, para que tenhamos uma vida quieta e sossegada, em toda a piedade e honestidade. Porque isto é bom e agradável diante de DEUS NOSSO SALVADOR, que QUER QUE TODOS OS HOMENS SE SALVEM, E VENHAM AO CONHECIMENTO DA VERDADE. Porque há um só Deus, e um só Mediador entre Deus e os homens, Jesus Cristo homem. O qual se deu a si mesmo em preço de redenção por todos, para servir de testemunho a seu tempo" (1 Timóteo 2:1-6).




