20-12-2017 - “Os Últimos Jedi” renova interesse pela religião jediismo

“Star Wars: Os Últimos Jedi” estreou mundialmente esta semana, gerando um interesse renovado no tema. Embora para a maioria dos espectadores, o oitavo capítulo da saga intergaláctica seja garantia de entretenimento, para alguns fãs radicais, é como uma “revelação”, uma religião.
Já existem seguidores do jediismo, um grupo religioso que prega a influência da “força” na vida fora dos ecrãs. O que era apenas devoção pela série de filmes manifesta-se como fé religiosa.
O documentário “American Jedi”, dirigido pelo cineasta Laurent Malaquais, aborda o quanto esse movimento filosófico/religioso vem crescendo. A Igreja Jedi, ou Jediismo afirma possuir 500 mil membros em todo o mundo. Curiosamente, no último censo do Reino Unido, foi a sétima maior religião mencionada.
Em 2001, nove mil moradores do Canadá afirmaram seguir a “Ordem de Jedi” como religião. No mesmo ano, 53 mil moradores da Nova Zelândia identificaram-se assim. A República Checa contabiliza mais de 15 mil adeptos. Há também brasileiros que dizem ser parte do movimento.
O fundador desse movimento religioso no Reino Unido, Daniel Jones deu uma entrevista recentemente, onde questionou a fé dos cristãos em Jesus. Ele afirma como o Jediismo está a procurar o reconhecimento do governo como religião. Segundo ele, o site do movimento tem recebido, em média, 30.000 visitas no seu site todos os dias desde que o novo filme foi lançado.
Curiosamente, tanto nos filmes “Rogue One” (2016) quando em “Os Últimos Jedi” (2017), os jedis são tratados claramente como um movimento religioso, com direito a templos, Escrituras Sagradas e sacerdotes. Sem esquecer, claro, da omnipresente “força” que mantém o equilíbrio no universo.
O documentário de Malaquais mostra como algumas pessoas que eram fãs dos filmes de Star Wars passaram a designar-se seguidores de Jedi, representantes do “lado da luz” e apresentando-se como os guardiões da paz e da justiça na galáxia.
Eles possuem inclusive o que chamam de “Código Jedi”, que funciona como um credo, onde estabelecem as suas crenças.
“Jedi americano”, mostra como um jovem chamado Opie Macleod se dedica a essa busca pela “força”. Ele ajuda a treinar novos seguidores, como o ex-marinheiro da Marinha Perris Cartwright.
“O Jediismo não é como uma varinha mágica. Trata-se de um processo de aprendizagem”, diz Cartwright. Para pessoas como Macleod e Cartwright, o Jediismo é um estilo de vida. Após acompanhar as reuniões dos jediistas durante meses, o documentarista conclui: “Eu acredito que o Jediismo é uma religião. Afinal, é inspirado por práticas religiosas antigas e definitivamente oferece uma opção de religião para quem busca um sentido de vida”.
- in The Mirror e Huff Post
NOTA
Bem diz a Bíblia:
"Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte" (Provérbios 14:12).
"Disse-lhe Jesus: Eu sou o [único] caminho, e a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, senão por Mim" (João 14:6).
Avisa e esclarece os incautos.




