19-09-10 - Igreja Episcopal Escocesa diz que Deus não é mais masculino
A nova ordem de serviço produzido pela Igreja Episcopal da Escócia causou polémica ao retirar as referências masculinas de Deus.A nova forma de culto, que remove palavras como "Senhor, Ele, Seu, O" dos cultos, foi escrita pela igreja na tentativa de reconhecer que Deus está para “além do género humano".
Os bispos episcopais aprovaram a introdução de "linguagem" mais inclusiva, que deliberadamente remove referências que sugerem que Deus seja do sexo masculino. (Aqui se vê como a grande culpada do mundo estar a ficar como está – assexuado - se deve à infidelidade de igrejas professas como esta).
A bênção no final dos serviços foi alterada de "Pai, Filho e Espírito Santo" para "Criador, Redentor e Santificador.”
As mudanças controversas foram debatidas no Sínodo Geral desta igreja recentemente. As actas do Sínodo revelam que os sacerdotes do sexo feminino tinham perguntado porque é que Deus ainda era referido como homem (Perante isto, agora pode-se ver mais claramente a que pode conduzir um desvio da verdade das Escrituras. Começaram por, contra a clara verdade revelada da Bíblia, atribuir às mulheres papeis reservados exclusivamente aos homens. Agora, para terem coerência no seu erro, vão tão longe como querer mudar a própria natureza de Deus. É o descalabro total).
A versão alterada da Liturgia 1982 tem os pronomes masculinos retirados quando se referem a Deus.
Algumas figuras proeminentes religiosas opuseram-se à nova forma de palavras. "É politicamente correcto", disse Stuart Hall Rev da Scottish Prayer Book Society e professor honorário de Teologia da Universidade de St Andrews.
"É completamente desnecessário. A palavra homem, em Inglês - especialmente entre os cientistas - inclui ambos os sexos.
"Aqueles que tentam minimizar as referências a Deus como o Pai e Cristo como seu Filho, têm grandes dificuldades, pois o Novo Testamento está polvilhado dessas referências".




