03-10-10 - Carta desaparecida de Pat Boone a Steve McQueen aparece 30 anos depois
Carta desaparecida de Pat Boone, escrita a Steve McQueen (foto ao lado) quando este estava a morrer, aparece 30 anos depois.Quando o artista americano Pat Boone ouviu dizer que o actor de Hollywood, Steve McQueen, tinha cancro, escreveu-lhe uma carta – há cerca de 30 anos atrás – dizendo-lhe que o "amava" e que estava "a orar pela sua batalha contra o cancro."
Infelizmente, McQueen morreu com 50 anos no dia 7 de Novembro de 1980, na Cidade de Juárez, Chihuahua, México, na sequência de uma operação para remover ou reduzir os vários tumores metastáticos no seu abdómen.
Boone tinha-se esquecido da carta; isto até ao último sábado (25 de Setembro de 2010), quando, enquanto estava a assistir ao 12º Annual Media International Fellowship Praise Brunch no Hotel Beverly Hills, uma senhora chamada Judy Ragsdale aproximou-se dele e lhe disse que tinha encontrado a longa carta perdida.
A Sra. Ragsdale disse-me: "O meu marido, Grady Ragsdale Jr., trabalhou com Steve durante os últimos dois anos e meio da sua vida. Ele era mecânico do avião de Steve e estava precisamente ao seu lado na Ciudad Juárez, quando faleceu. Ele, depois, voou de regresso à Califórnia com o corpo de Steve num caixão."
Judy revelou que Steve McQueen "aceitou a Cristo" três meses antes de ele saber que tinha cancro.
Judy continuou, dizendo: "Isso foi em 1979 e, posteriormente, Grady escreveu o livro "The Final Chapter " (O Capítulo Final) e Billy Graham prefaciou-o. O meu marido já faleceu, mas ainda tenho o livro e as memórias."
O livro do seu falecido marido foca último ano de Steve na terra - como ele lutou bravamente contra o cancro que o matou. Ragsdale escreveu sobre a visão que McQueen tinha sobre a vida, as mudanças na sua vida, o seu casamento com Barbara Minty, e as suas crenças na vida após a morte.
Quando Pat Boone estava de pé ao seu lado, Judy explicou que ela estava recentemente a rever as suas recordações e descobriu a carta de Pat Boone. Quando ela a encontrou, disse que orou: "Senhor, por favor, um dia faz-me conhecer este homem."
Bem, isso ocorreu no sábado e com um grande sorriso no rosto, Judy disse: "Veja como o Senhor trabalha de maneiras misteriosas ao finalmente conhecê-lo hoje."
Pat Boone (foto ao lado) disse: "Eu já me tinha esquecido da carta que escrevi ao Steve McQueen há muitos anos, na qual eu incentivava-o e fazia-lhe saber que o amava e admirava e estávamos a orar pela sua batalha contra o cancro."Eu já nem sei o que disse mais, mas pedi agora à Judy se ela se enviava uma cópia, porque é uma de muitas que tenho escrito ao longo dos anos. Ou seja, eu tenho escrito a pessoas como J. Paul Getty, H. L. Hunt e Howard Hughes, não pedindo nada, mas oferecendo-me para servir de ajuda espiritual. Eu nunca quis receber, mas apenas dar-lhes alguma coisa."
Nota: Terrence Steven "Steve" McQueen (24 de Março de 1930 - 7 de Novembro de 1980) foi um actor popular do cinema americano, apelidado de “O Rei Fixe.” A sua personalidade"anti-herói", que ele desenvolveu no auge da contracultura do Vietname, fez dele um dos principais actores dos anos 1960 e 1970. McQueen recebeu uma nomeação para Oscar pelo seu papel em The Sand Pebbles. Os seus outros filmes populares incluem The Magnificent Seven, The Great Escape, The Thomas Crown Affair, Bullitt, The Getaway, Papillon, e Inferno na Torre. Em 1974, tornou-se na estrela de cinema mais bem paga do mundo. Apesar de McQueen ter sido combativo com directores e produtores, a sua popularidade colocou-o no topo e permitiram-lhe exigir grandes salários.
A mulher de Steve, Barbara Minty McQueen, no seu livro, "Steve McQueen: A Última Milha", escreve que McQueen se tornou crente no final da sua vida. Isso deveu-se, em parte, às influências do seu instrutor de voo, Sammy Mason e do seu filho Pete, e Barbara. McQueen assistia na sua igreja local, Igreja Ventura Missionária, no sul da Califórnia, e foi visitado pelo evangelista Billy Graham, pouco antes da sua morte.




