20-03-2019 - Pregador alerta sobre a importância de se falar sobre o inferno: “Que o mundo se assuste”
Na atualidade são ouvidas nas igrejas cada vez menos pregações sobre o julgamento do ser humano após a morte. O excesso de liberalismo e relativismo teológico, em função de querer agradar a todos e suavizar a mensagem do Evangelho aos ouvidos mais sensíveis, fez com que muitos pregadores deixassem de alertar, por exemplo, sobre a realidade do inferno.
O pregador e evangelista Ray Comfort, no entanto, autor de pelo menos 80 livros cristãos, escreveu um artigo recentemente alertando para a necessidade da igreja voltar a ensinar sobre o destino do espírito humano após a morte.
“Ainda somos crianças no entendimento quando se trata do que a Bíblia chama de ‘o rei dos terrores’ citado em Jó 18:14. Essa é a maneira bíblica de descrever o maior pesadelo que o ser humano pode ter de enfrentar – do qual nunca acordará. É a nossa morte”, escreveu o pastor.
Comfort explica que, diferente do que muitos imaginam, a morte por si só não é a pior coisa, mas sim enfrentar o julgamento de Deus, que será uma sentença para toda a eternidade e impossível de ser revertida, segundo a Bíblia.
“No momento em que qualquer pecador culpado é engolido pela morte, ele enfrenta algo ainda mais aterrorizante: Deus. A morte é meramente o oficial de prisão por quem somos algemados. Não há como fugir disso, e o seu propósito é arrastar-nos para diante do Juiz do Universo a fim de prestarmos conta dos crimes que cometemos contra a Sua Lei”, explica Comfort.
Deus “então sentenciará os pecadores culpados. E o julgamento será a eterna condenação na Sua prisão – um lugar chamado Inferno, do qual não haverá liberdade condicional”, continua o pregador.
Por fim, Comfort enfatiza que apesar de ser uma mensagem difícil, a Igreja deve dizer sempre “a verdade em amor”, para que os ouvintes tenham a oportunidade de se arrepender dos seus pecados e se voltar para Deus o quanto antes.
O pregador lembra que qualquer ensino diferente disso prega um “falso deus”, destituído da sua justiça, o que não corresponde ao Deus da Bíblia, que por diversas vezes manifestou sua ira contra os pecadores, apesar de lhes oferecer o perdão e a salvação em Jesus Cristo.
“Que Deus nos dê coragem para falar a verdade em amor. Que o mundo se assuste quando nos ouvirem ministrar sobre o pecado e a aterradora realidade do Inferno. Que eles deixem de ouvir sobre um falso deus que não tem senso de justiça ou verdade, e saiam com uma falsa esperança de que são salvos da ira quando não são”, conclui Comfort.
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