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Servindo entusiasticamente,
com amor e temor,

para em tudo te enriquecer em Cristo, em toda a Palavra, em todo o conhecimento (1 Coríntios 1:5).

Testemunhos

José Jacinto Carvalho

Conversão significa mudar de vida e a minha vida mudou mesmo.

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12-12-10 - Dupla Vergonha do Evangelho

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     Tribunal não reconhece vínculo laboral de “pastora” evangélica.

     A 9ª Câmara do TRT-15 (Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região) no Brasil, não reconheceu vínculo laboral de “pastora” evangélica em relação à igreja em que pregava.

     Admitida em 2006, foi dispensada três anos e um mês depois sem justa causa. A “pastora” afirmou, segundo consta do processo na 1ª Vara do Trabalho de Araraquara, que “não teve o seu contrato de trabalho reconhecido; sofreu dano moral; não recebeu, correctamente, as férias, os trezentos salários e as verbas rescisórias”, apesar de ter dito, em depoimento “que o serviço prestado na reclamação era com intuito de fé”.

     A igreja alegou que “inexistiu o alegado vínculo laboral”, mas confirmou que a pastora recebia contribuição pecuniária de 30%, como todos os demais responsáveis de igreja recebem, para ajudas de custo.

     O juízo de primeira instância julgou totalmente improcedente o pedido da “pastora”, com base no entendimento de que “o trabalho religioso, cujo vínculo se centra na fé não caracteriza o vínculo laboral”. A decisão de primeira instância ainda lembrou que “a fé não é, ou não deveria ser, objecto de comercialização ou de interesse económico”. Inconformada, a “pastora” recorreu.

Decisão

     O relator do acórdão no TRT, desembargador Gerson Lacerda Pistori, afirmou que “em linha com a hipótese excepcional prevista na Lei Previdenciária, que admite o recolhimento como autónomo para pastores e padres das religiões sem fins lucrativos, não se deve reconhecer o vínculo laboral entre quem exerce o sacerdócio e a respectiva entidade religiosa. E a principal justificativa está no facto de que o ministério deve ser entendido como uma vocação, mas nunca como uma profissão”.

Reflexão

A palavra “pastor” é masculina. “Pastora” é uma invenção moderna que não existe na Bíblia. Pode procurar o tanto que quiser, mas não vai achar a palavra “pastora” em nenhum lugar na Bíblia ou uma mulher a exercer a autoridade de pastor, ou de bispo, ou de apóstolo. E não vai achar na Bíblia nenhuma esposa de pastor ganhando um titulo por estar casada com ele. Não existe o titulo de pastora. É ridículo como todo mundo procura títulos hoje. Mas sendo casada com um pastor não torna a mulher pastora, assim como uma mulher casada com um professor não a torna professora.

Explicação da Dupla Vergonha

     1. Mulher dizer-se "pastora" – algo estranho à Bíblia, pois nas Escrituras os pastores são exclusivamente homens;

     2. Mulher ter de ser julgada e humilhada por tribunal secular que lhe ensinou o que, pelos vistos, ela não foi capaz de aprender na própria Bíblia, a saber, que o ministério da fé não é objecto de comercialização nem de interesse económico e de que deve ser entendido como uma vocação e não uma profissão. (Há muitos homens que se reclamam de pastores - mas são considerados mercenários pelas Escrituras -, que deveriam igualmente saber estas verdades).

     “A mulher aprenda em silêncio, com toda a sujeição. Não permito, porém, que a mulher ensine, nem use de autoridade sobre o marido, mas que esteja em silêncio” (1 Tim. 2:11,12).

     “Ousa algum de vós, tendo algum negócio contra outro, ir a juízo perante os injustos, e não perante os santos? Não sabeis vós que os santos hão de julgar o mundo? Ora, se o mundo deve ser julgado por vós, sois porventura indignos de julgar as coisas mínimas? Não sabeis vós que havemos de julgar os anjos? Quanto mais as coisas pertencentes a esta vida? Então, se tiverdes negócios em juízo, pertencentes a esta vida, pondes na cadeira aos que são de menos estima na igreja? Para vos envergonhar o digo: Não há pois entre vós sábios, nem mesmo um, que possa julgar entre seus irmãos? Mas o irmão vai a juízo com o irmão, e isto perante infiéis. Na verdade é já realmente uma falta entre vós, terdes demandas uns contra os outros. Por que não sofreis antes a injustiça? Por que não sofreis antes o dano? Mas vós mesmos fazeis a injustiça e fazeis o dano: e isto aos irmãos. Não sabeis que os injustos não hão de herdar o reino de Deus?  Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbedos, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1 Cor. 5:1-10).


     Temos atirado a Palavra de Deus borda fora para poder agradar às mulheres que querem a todo o custo algo que não lhes pertence a elas, a saber, o poder e a autoridade. Esta nova vaga de pastoras, bispas, apóstolas, não tem fundamento bíblico, sendo mesmo uma heresia à luz das Escrituras. Não queremos com isto dizer que as mulheres não têm capacidade para ensinar ou aconselhar. Apenas queremos salientar a vontade de Deus em relação à ordem que Ele próprio estabeleceu para a Sua igreja. Neste e noutros assuntos, não reivindiquemos nada que seja contrário à Sua própria vontade!

     Infelizmente, depois da Reforma Protestante, temos estado a assistir a uma verdadeira Deforma Protestante.

     "Pelo que diz: Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te esclarecerá" (Efé. 5:14).

FRUINDO DA ADMIRÁVEL GRAÇA DE DEUS,
A NOSSA MISSÃO É AJUDAR TODOS 
A USUFRUIR DA MESMA GRAÇA.

"... vos exortamos a que não recebais a graça de Deus em vão" (2 Coríntios 6:1).
Se é que tendes ouvido a dispensação da graça de Deus ... (Efésios 3:2)
"... que a graça, multiplicada por meio de muitos, faça abundar
a ação de graças para glória de Deus" (2 Coríntios 4:15).
"Porque pela graça sois salvos ..." (Efésios 2:8).

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