23-12-10 - Comunicação social mal fala de Jesus na cobertura do Natal
Um organismo de vigilância dos meios de comunicação social analisou a cobertura das notícias dos últimos dois anos e descobriu que as grandes redes dos media estavam a trocar Cristo e Deus pelas suas próprias histórias de Natal.Apenas 1,3 por cento das histórias das redes ABC, CBS e NBC, nos EUA, mencionaram a divindade durante os seus telejornais da noite, de acordo com o Instituto de Cultura e Media do Centro de Pesquisa de Media.
Mais especificamente, das 527 histórias sobre o Natal, Deus ou o nascimento de Jesus Cristo foram mencionados em apenas 7 (sete).
Embora o Natal seja comemorado pela maioria dos americanos, as redes negligenciaram quase completamente as histórias sobre família, religião, e as bênçãos que os americanos gozam, revelou o organismo de vigilância.
“A verdadeira mensagem do Natal, o nascimento milagroso de Jesus Cristo, foi simplesmente ignorada pelos grandes órgãos de comunicação social.”
De acordo com as conclusões do centro de pesquisas, 56 por cento de toda a cobertura do Natal foi sobre referências gerais do Natal e 40 por cento da cobertura de Natal ignorou a divindade. Tal cobertura incluiu a árvore de Natal da Casa Branca, e como as tropas estavam a passar a quadra.
Erin Brown do Centro de Cultura e Media (CMI) comentou: “A falta de foco sobre o verdadeiro significado do Natal, o nascimento de Jesus Cristo, é um comentário triste sobre a cultura popular actual.”
“Quase 80 por cento dos americanos identificam-se como Cristãos, portanto, é seguro dizer que eles não ficam ofendidos com expressões como Cristo, Deus e Jesus. “Mas os media fizeram com que Cristo fosse quase tabu na cobertura de notícias da rede,” acrescentou Brown.
Os resultados são baseados na análise do “World News” da ABC, “CBS Evening News” e “NBC Nightly News.” O CMI observou todas as histórias que apareceram durante os três programas de notícias que mencionaram “Natal.”
Nitidamente, os secularistas ateus formam um grande grupo de pressão e influência nos media.




