16-02-11 - Rick Warren lamenta os 3.700 americanos assassinados diariamente pelo aborto
O famoso pastor americano Rick Warren divulgou uma mensagem lançada no Twitter lamentando os milhares de bebés americanos em gestação mortos diariamente através do aborto.“Estou contente por teres nascido! Lamentavelmente tem sido recusado, diariamente, a 3.700 americanos esse direito de viver. Eles não têm nem sequer opção de escolha”, escreveu Warren.
O pastor de Saddleback enviou, minutos depois, uma segunda mensagem no Twitter, relacionada com a coragem de se abrir a boca para falar a favor da vida apesar da desaprovação da sociedade.
Aborto em Portugal
Representantes de associações contra aborto concentraram-se nesta, sexta-feira, em frente à Assembléia da República de Portugal, em Lisboa, para exigir uma nova discussão sobre uma revogação ou melhor regulamentação da lei da interrupção voluntária da gravidez.
Na escadaria da Assembleia da República, dezenas de jovens universitários reuniram-se, vestindo-se de negro e com expressões de sofrimento. Eles traziam flores de papel colorido e fizeram um minuto de silêncio pelas vítimas do aborto, mencionando que “60 mil pessoas que não chegaram a nascer.”
Os jovens são parte da associação “Vida Universitária,” que defendem a vida e se manifestam contra os números espantosos de aborto em Portugal desde que a lei que permite o aborto foi aprovada há quatro anos atrás.
“Não queremos ficar indiferentes, queremos mostrar o nosso horror perante estes números, são 60 mil pessoas que não nasceram nestes quatro anos e é preciso lembrá-los,” afirmou a jovem Inês Avelar Santos, porta-voz da associação.
Desta maneira, o grupo considera que depois de ter sido promulgada a lei que legaliza o aborto desde 2007, a questão tenha que ser reconsiderada e a lei modificada.
A associação divulgou também um manifesto onde se alega que o Estado já gastou mais de 100 milhões de euros para eliminar o número de crianças equivalente à população de Aveiro.
Segundo o manifesto, o governo também “cortou em quase todos os apoios sociais, como o abono de famíllia; e o anunciado cheque bebé ficou na gaveta.”
“Milhares de mulheres vivem com graves dificuldades para sustentar os seus filhos. Mas uma mulher que aborte recebe, durante um mês, um subsídio de ‘maternidade’ correpondente a 100% do seu ordenado,” afirma o documento.
E ele acrescenta que “o Estado Social paga aborto, avião, táxi, hotel e subsídio com o dinheiro que usurpa dos bolsos de quem trabalha.”
António Pinheiro Torres, um dos responsáveis da associação e secretário-geral da Federação Pela Vida, defende que a lei não existisse. Ele não concebe que “uma criança possa ser eliminada por seus pais não terem meios para poder sustentar.”
Ele sugere que a mulher faça e veja uma ecografia antes de abortar, para saber exatamente o que está ocorrendo antes de abortar. E que o aconselhamento seja feito não apenas por pessoas favoráveis ao aborto, mas também por quem o confronte com a possibilidade oposta e lhe mostre as alternativas.




