08-02-2020 - Cristãos enfrentam riscos do coronavírus ao pregar nas ruas de Wuhan, na China

No meio das incertezas geradas pela epidemia do coronavírus, as pessoas na China estão mais recetivas ao Evangelho.
Morreram mais 73 pessoas na China nas últimas 24 horas, elevando o número de vítimas mortais devido ao novo coronavírus para 722. Existem ainda mais de 31 mil infetados.
A organização não conhece a fonte do surto, não sabe qual é o seu reservatório natural, nem entende adequadamente sua gravidade ou potencial de transmissão. Também não há vacina para prevenir infeções nem antibióticos para tratar pacientes.
No epicentro do surto de coronavírus, em Wuhan, as máscaras cirúrgicas estão a ser usadas por Cristãos para a propagação do Evangelho.
As máscaras não apenas ajudam a prevenir doenças, mas também podem impedir ações judiciais pelo governo chinês, pois as máscaras ajudam a ocultar a identidade dos cristãos enquanto falam de Jesus às pessoas nas ruas.
Estima-se que haja 100 milhões de Cristãos na China, que enfrentam perseguição religiosa do regime comunista. Por esse motivo, a maioria atua discretamente.
A correspondente da CBN News na Ásia, Lucille Talusan, disse que o povo de Wuhan tornou-se mais recetivo a Cristo diante da epidemia de coronavírus.
“Há Cristãos de um ministério em Wuhan que saem às ruas. Eles são muito corajosos”, disse ela. “Eles distribuem máscaras e dizem que são Cristãos e falam do amor de Cristo apontando para Jesus como fonte de esperança para eles, as suas famílias e toda a China. Isso é realmente um avanço”.
- in Folha Gospel




