20-02-2020 - Desenho animado da Disney utiliza demónios para ensinar meninas a sonharem em ser bruxas

De acordo com a Disney, “Luz, uma adolescente humana confiante, acidentalmente depara-se com um portal para um novo mundo mágico, onde ela faz amizade com uma bruxa rebelde, Eda, e um "adorável" guerreiro minúsculo, King. Apesar de não ter poderes de magia, Luz vai atrás do seu sonho de se tornar uma bruxa, servindo como aprendiz de Eda em A Casa da Coruja.”
O destaque do desenho é o sonho de Luz de um dia se tornar bruxa.
Luz sonhando em virar bruxa é uma incompatibilidade total.
Embora o nome “Luz” pareça inocente, devido ao contexto de trevas não dá para evitar a memória de outro nome de aparência igualmente inocente, que significa “Portador de Luz,” mais conhecido como Lúcifer, ou Satanás. Quando aproveitadores das trevas usam luz ou outros termos aparentemente inócuos, é sempre de desconfiar. O pacote inclui sempre mais coisas.
A Casa da Coruja é um desenho animado preocupante, pois retrata as reais e sobrenaturais forças do mal como boas — uma violação direta da Palavra de Deus, que diz:
“Ai dos que chamam ao mal bem e ao bem, mal, que fazem das trevas luz e da luz, trevas, do amargo, doce e do doce, amargo.” (Isaías 5:20)
Esse desenho tenta intencionalmente expor o público infanto-juvenil do Disney Channel ao mundo das trevas.
“Quando a [Criadora] Dana [Terrace] se aproximou de mim, ela disse que ‘estamos tentando tornar esse reino demónio uma parte da Disney,’ o que é algo que eu achava que não aconteceria,” disse o artista Ricky Cometa. “Nós realmente queríamos que esse reino demoníaco se sentisse à vontade, e apenas tivemos de descobrir como fazer isso.”
Pelo facto de que A Casa da Coruja apresenta entidades sobrenaturais más como boas, as crianças não têm a capacidade de compreender que isso está errado. Aliás, estudos sobre a influência de programas dos meios de comunicação comprovam que crianças que assistem a personagens cometendo pecados, como mentir ou roubar, na verdade não reconhecerão esses atos como maus, a menos que o personagem seja imediatamente repreendido.
- in Charisma




