29-05-2020 - O momento seguro para voltar a reunir presencialmente

Enquanto líderes Cristãos pedem que as igrejas sejam reabertas para retomar os cultos presenciais, uma pesquisa do Barna Group nos Estados Unidos mostra que nem todo o mundo planeia voltar aos bancos.
“Por mais tentador que seja reabrir as portas e acreditar que todos voltarão, os dados (agora) mostram que provavelmente não será esse o caso”, observou Carey Nieuwhof, pastor na Connexus Church em Ontário, no Canadá. “Para começar, o distanciamento social torna impossível salas completas e, até que seja seguro realizar reuniões em massa, não é prudente que estas se realizem. Ter salas de reunião completas está a meses de distância, se não mais”.
Segundo dados recentes da plataforma Gloo, de uma pesquisa feita com milhares de líderes Cristãos, não há um consenso sobre qual será o momento “seguro” para se reunir novamente.
A plataforma da Gloo faculta dados com base num conhecimento melhor das pessoas, incluindo igrejas, e comunidade, que ajudam a melhorar, a tomar decisões estratégicas no ministério com confiança.
Cerca de 21,5% dos pastores dizem que retomam os cultos presenciais quando os casos de coronavírus diminuírem; 17% retomam apenas quando as diretrizes para o isolamento social forem aliviadas e 14% retomam quando as empresas locais forem abertas.
Cerca de 15% exigem que todas as condições citadas sejam cumpridas antes de reabrirem, enquanto 10% não têm a certeza do melhor momento para retomar os cultos. Outros 8% observaram que a abertura de restaurantes locais seria um bom sinal para reabrir.
Com base na sua posição como pastor, Nieuwhof aconselha os líderes a prepararem-se para uma “deceção emocional” quando virem as igrejas cheias de cadeiras vazias.

“Essa pode ser a realidade ainda por um tempo. Eu acho que muitos líderes estão relutando com a falta de ‘normalidade’ mais do que imaginam. Busque aconselhamento, converse com um amigo, ore e prepare-se para um período de interrupção mais longo do que deseja. É o que a liderança exige às vezes”, observou.
Nieuwhof disse ainda que a pandemia do coronavírus acelerou a imersão digital em muitos setores, especialmente nas igrejas, e prevê que “as igrejas que mais crescerão no futuro se tornarão organizações digitais com expressões físicas, não organizações físicas com presença digital”.
“Sei que muitos se opõem a isso, mas é tolice ignorar o facto de que as pessoas se ligam mais facilmente online e admitem a verdade mais rapidamente online do que pessoalmente”, disse Nieuwhof. “Colocar a igreja digital de volta à prateleira é ignorar a maior oportunidade que a igreja tem hoje para alcançar as pessoas”.
- in Christian Post
NOTA:
Oremos para que Deus dê muita sabedoria aos anciãos, ou, pastores, das igrejas locais na sua tomada de decisões. Que a glorificação do nome do Senhor e o melhor interesse dos santos seja sempre contemplado.
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Esta secção de notícias é exatamente isso, e tão somente isso: notícias, visando informar o povo de Deus do que vai acontecendo no mundo. Não significa que subscrevamos princípios, práticas e costumes associados às mesmas. O resto do portal esclarece bem e com rigor o que realmente cremos à luz das Escrituras bem manejadas.




