09-06-11 - Os povos não alcançados de Moçambique
Moçambique é um país em franco desenvolvimento social e económico. É também um dos países que apresenta um dos maiores indíces de necessidade de ensino da Palavra e discipulado na Igreja existente. Somente em 1982, após a guerra, os missionários começaram a regressar e a Igreja moçambicana, apesar do rápido crescimento nestas duas últimas décadas, permanece carente de ensino bíblico e possui acentuado sincretismo religioso em diversas partes. Missionários de vários países, centros de treinamento bíblico e iniciativas da própria Igreja Moçambicana têm assumido este grande desafio.Moçambique também abriga diversos povos ainda não alcançados, especialmente longe das grandes cidades.
Mákwe. Há apenas 4 crentes conhecidos em todo o povo Mákwe. Eles habitam o extremo norte do país, fronteira com a Tanzânia, e dispersam-se ao longo da costa e do rio Rovuma. A população estimada é de 40.000 pessoas e são enraizados na religião tradicional e islamismo.
Ngoni. Há apenas 1 crente conhecido entre o povo Ngoni. Eles habitam as províncias de Niassa, Cabo Delgado e Tete, ao norte do país. A população estimada é de 35.000 pessoas. São islâmicos com forte prática da religião tradicional.
Wandonde e Wamatambwe. Não há crentes conhecidos nestes dois grupos. Habitam uma vasta área entre Moçambique e a Tanzânia e dispersam-se por Negomano, Negade e Ntele. A população é indefinida e não há muitas informações a seu respeito.
Além destes, que destacámos, há ainda outros grupos não alcançados no país, como os Tawara (50.000), Dema (10.000), Nyungue (260.000), Gitonga (220.000), e os menos evangelizados como os Yao (250.000) e Koti (160.000), dentre outros.
Oremos por eles.




