24-07-11 - Um dos maiores ultrajes à pessoa humana que se tem notícia em tempos recentes
Escola Sueca proíbe as referências normais de género ("ele", "ela") às crianças do período pré-escolarParece notícia inventada, mas é a mais pura realidade. A informação vem de Estocolmo e foi divulgada pelo conhecido site “LifeSiteNews.com”. É mais uma loucura da teoria do género para combater as diferenças entre os sexos.
Em conformidade com um currículo escolar nacional que busca combater a "estereotipação" dos papéis sexuais, uma pré-escola do distrito de Sodermalm da cidade de Estocolmo incorporou uma pedagogia sexualmente neutra que elimina completamente todas as referências ao sexo masculino e feminino. Os professores e funcionários da pré-escola "Egalia" evitam usar palavras como "ele" ou "ela" e em vez disso dirigem-se aos mais de 30 meninos e meninas, de idades variando entre 1 e 6 anos, como "amigos".
"A sociedade espera que as meninas sejam garotinhas gentis e elegantes, e que os meninos sejam viris, duros e expansivos", Jenny Johnsson, uma professora de 31 anos na escola que é sustentada por impostos dos trabalhadores suecos, disse ao jornal Daily Mail. "Egalia dá-lhes uma oportunidade fantástica de eles serem quem quer que queiram ser". A directora Lotta Rajalin disse à Associated Press que a escola contratou um "pedagogo de diversidade sexual" para ajudar os professores e funcionários a remover as referências masculinas e femininas na linguagem e conduta, indo ao ponto de garantir que os jogos infantis de blocos Lego e outros brinquedos de montagem sejam mantidos próximos dos brinquedos de utensílios de cozinha a fim de evitar que algum papel sexual tenha preferência.
Os pronomes suecos "han" e "hon" (ele e ela), por exemplo, foram substituídos na escola pela palavra sexualmente neutra "hen", um termo inventado que não existe em sueco, mas é amplamente usado pelas feministas e homossexuais. "Nós usamos a palavra 'Hen' por exemplo, quando um médico, polícia, electricista ou canalizador, etc., vem à pré-escola", disse Rajalin. "Nós não sabemos se é ele ou ela. Por isso, dizemos: 'Hen vem cá pelas 14h'.
Então as crianças poderão imaginar tanto um homem quanto uma mulher. Isso amplia a perspectiva delas". Além disso, não há livros infantis tradicionais como Branca de Neve, Cinderela ou os contos de fadas clássicos, disse Rajalin. Em vez disso, as prateleiras têm livros que lidam com duplas homossexuais, mães solteiras, filhos adoptados e obras sobre "maneiras modernas de se brincar". "Um exemplo concreto poderia ser quando as meninas brincam às casinhas e o papel de mãe é adoptado por uma e elas começam a disputar", disse Rajalin. "Então sugerimos duas ou três mães e assim por diante".
Contudo, nem todos os pais suecos apoiam a agenda do seu país que está a eliminar os papéis sexuais. "Diferentes papéis sexuais não são problemáticos quando têm valor igual", disse Tanja Bergkvist à Associated Press, denunciando o que ela chamou de "loucura da diversidade sexual" na Suécia. Bergkvist comentou que aqueles que estão a promover a igualdade entre os sexos com iniciativas que demolem os papéis sexuais "dizem que há uma hierarquia onde tudo o que os meninos fazem recebe importância mais elevada, mas fico a pensar: quem é que decide o que é que tem valor mais elevado? Porque razão há um valor mais elevado em brincar com carros?"
Bergkvist, que é uma crítica eloquente da promoção que o Estado faz de uma estrutura sexualmente neutra nas escolas e ambientes académicos focados em estudos de diversidade sexual, comentou no seu blog como exemplo da "loucura da diversidade sexual" no país que o Conselho de Ciências da Suécia, que é sustentado pelo governo, deu uma verba de 80 mil dólares a bolsas de estudos de pós-doutoramento para pesquisas no "trompete como símbolo de diversidade sexual".
Como se vê, a doutrinação começa cedo na Suécia. A iniciativa coincide com a implantação da ideologia do género nos manuais de biologia da escola secundária da França, a partir de Setembro de 2011, por iniciativa do Ministério de Educação daquele país. Os adolescentes serão orientados para a ideia– nada científica – de que embora o ser humano tenha nascido homem ou mulher, ele deve “desconstruir” a sua identidade sexual e escolher uma “orientação sexual”, que pode ser, por exemplo, homossexual ou bissexual.
A promoção da ideologia do género exprime uma nova ofensiva do lobby homossexual e coloca em questão um dos fundamentos da lei natural.




