02-10-11 - Cresce o número de cristãos na China - Governo fala em 25 milhões de pessoas
É visível o aumento do número de Cristãos na China. Depois de tanta repressão por parte do governo, hoje a população está mais livre para poder frequentar cultos sem se esconder, tanto que aos domingos muitas igrejas tabíblicas ficam cheias e muitos já consideram que neste dia da semana há mais crentes nas igrejas chinesas do que nas igrejas espalhadas pela Europa.Ainda não há números exactos que apontem a quantidade de Cristãos no país, enquanto o governo chuta o número de 25 milhões – 19 milhões de protestantes e seis milhões de católicos, fontes não oficiais estimam 60 milhões ao todo.
Apesar dessa boa notícia, as igrejas ainda estão restritas às ordens do governo chinês. Desde a década de 80 são as autoridades quem autoriza o funcionamento de uma igreja denominada de igreja oficial. Elas são subordinadas à administração do Estado para assuntos religiosos e não podem tomar parte em qualquer actividade religiosa fora dos locais designados para o culto. Além disso, elas têm aderir ao slogan “Ame o país, ame a sua religião”.
Outro dado relevante é que na China o ateísmo é pregado nas escolas para cumprir o objectivo do Partido que é “proteger e respeitar a religião até ao momento em que a religião por si só desapareça”. Pensamento fruto da herança política de Mao Tsé Tung que considerava as religiões como um “veneno”.
Tipos de Igrejas na China
Os Cristãos estão divididos, na China, entre igrejas oficiais e não oficiais.
As chamadas igrejas domésticas (em lares) são as que crescem mais rápido. São as que não são oficiais, sendo, portanto, clandestinas, ou melhor, não têm a autorização do Estado e por isso incomodam o governo que reage com prisões.




