10-12-11 - Empresas de publicidade de Los Angeles rejeitam fazer outdoors para o filme Anti-Aborto '180’

O evangelista pró-vida e realizador Ray Comfort , cujo controverso vídeo anti-aborto "180", recentemente irritou grupos judaicos, diz que as empresas outdoor têm recusado os seus pedidos para colocar anúncios que promovam o filme.
Um grupo de advogados judaico denunciou recentemente o vídeo, que justapõe os assassinatos que ocorreram durante o Holocausto realizado pelos nazis com os abortos realizados nos Estados Unidos, como sendo um abuso escandaloso da memória da tragédia que ocorreu durante a Segunda Guerra Mundial.
Comfort disse ao jornal The Christian Post que três das maiores empresas de outdoor na área de Los Angeles, incluindo a Lamar Advertising, a CBS Outdoor, e uma que ele não citou o nome, têm-se "recusado promover o filme pró-vida '180'".
"Uma delas é propriedade de uma família judaica. O Seu porta-voz estava muito indignado porque nos atrevemos a comparar o aborto Americano com o Holocausto", disse Comfort.
O líder do Ministério The Living Waters disse que planeia continuar os seus esforços para colocar os outdoors, que não terão quaisquer imagens gráficas do aborto, e declaram, "O ‘filme mais escaldante' na Internet - 1 milhão de visualizações em 22 dias - 33 minutos que agitarão o seu mundo! Visualização gratuita: 180movie.com".
O documentário, que foi lançado no final de Setembro, foi visto mais de 1,6 milhões de vezes 180Movie.com e no YouTube. No dia 25 de Outubro, cerca de 200.000 cópias em DVD do filme foram oferecidas a estudantes em mais de 100 universidades em todos os EUA, Canadá e Nova Zelândia.
O processo de tomada de decisão das empresas outdoor está a ser questionado por Comfort.
"Eles têm o direito de recusar, mas acho que a sua recusa não foi bem pensada", disse ele. "Estas são as mesmas empresas que publicitam a zombaria que os ateus fazem de Deus e da Bíblia, promovem clubes de strip, e convenções de pornografia."
Comfort, que nasceu de uma mãe e pai Judeus, teve problemas quando a Liga Anti-Difamação declarou a sua indignação com "180".
"O filme é uma tentativa perversa de fazer um processo de intenções contra o aborto na América através do abuso cínico da memória dos que morreram no Holocausto", disse o Director Nacional da ADL, Abraham H. Foxman, um sobrevivente do Holocausto. "O filme não só tenta afirmar uma equivalência moral entre o Holocausto e o aborto, como também traz os Judeus e a história judaica a debate e depois convida os seus telespectadores a arrependerem-se e a aceitarem Jesus como seu Salvador".
Comfort argumenta que da mesma forma que Hitler alimentou a máquina de guerra nazi com a morte de seres humanos e venda dos seus bens e pertences, assim também é o negócio do aborto nos EUA que lucra com a venda de serviços para a realização do aborto.
"Se eles não vêem a comparação da carnificina de seis milhões de Judeus com o massacre de cerca de 60 milhões de Americanos por meio do aborto, provavelmente é porque não consideram um bebé no ventre como sendo humano", disse Comfort. "Foi exactamente isso que Hitler fez com os Judeus. Ele disse que eles não eram humanos, e então ele fez biliões, quando os matou e confiscou os seus bens."
"O aborto americano faz biliões através do massacre de nascituros, e como a máquina nazi, é uma bem gerida indústria de fazer dinheiro que tem sido bem sucedida na lavagem cerebral que faz com que milhões acreditem que um bebé é algo diferente de um bebé", explica .
Algumas igrejas em todos os EUA começaram a promover o filme, incluindo uma pequena igreja da Flórida que exibiu faixas com o endereço do filme website e 4.000 cruzes brancas no seu relvado tendo a intenção de com isso representar o número de bebés perdidos diariamente para o aborto nos Estados Unidos.
Comfort disse que espera mais igrejas decidam ajudar a promover o filme à luz dos problemas que está a ter para encontrar locais de outdoor aprovados.
Foram infrutíferas as tentativas feitas pelo The Christian Post para entrar em contacto com as empresas de outdoor a fim de obter delas comentários.
Leia também: