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Servindo entusiasticamente,
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José Jacinto Carvalho

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30-06-12 - Ex-Sargento fuzileiro naval, executivo high-tech, encontrou a paz que perdura

Walt Wilson      Ele trabalhou em estreita colaboração com Steve Jobs na fase de arranque da Apple, ajudando a empresa crescer para 5 mil milhões de dólares em receitas. Porém foram lições que ele aprendeu como um soldado de infantaria dos Fuzileiros Navais que o levaram a encontrar a paz interior duradoura.

     Walt Wilson (na foto ao lado) cresceu em Nova York durante a Segunda Guerra Mundial. Quando era criança com sete anos de idade, a foto icónica da Marinha em que fuzileiros erguem a bandeira em Iwo Jima chamou a sua atenção, tendo ele pensado: Um dia eu gostaria de ser um indivíduo destes.
 
    Alguns dos amigos de Walt tiveram aceitação ao se unirem a gangues, e ele admite que lutou como adolescente. "A minha adolescência foi andar à deriva, desperdiçando tempo e não conseguindo nada", lembra ele. "A vida que eu vivia era sem sentido, inútil e errada - num papel que eu não queria ter. Eu sentia-me vazio e desligado."

     Um dia, um cartaz de recrutamento para os Fuzileiros Navais chamou a sua atenção. Ele parou e ficou impressionado com a figura imponente vestida de uniforme azul forte, gola alta, emblemas de ouro, chapéu branco, luvas e espada. Sob a palavra Marinha estava uma frase simples: "O Corpo de Fuzileiros Navais faz homens."
 
     A mensagem implícita do cartaz sobre a coragem, disciplina e compromisso com uma causa maior atingiu-o. Ele lembrou-se da foto dos fuzileiros a levantar a bandeira no Monte Suribachi. Walt reconheceu algo importante: ele necessitava de tornar-se homem.
 
     Pouco tempo depois, alistou-se e triunfou no treinamento de recrutas em Parris Island, Carolina do Sul. Depois veio o treinamento de infantaria em Camp Lejeune, como atirador básico. Ele tinha orgulho de ser um "Fuzileiro soldado raso do lodo."
 
     O Comandante de Secção de Walt, Sargento Dale Yaw, transmitiu-lhe várias verdades que causaram uma forte impressão nele. "O Sargento Yaw disse-me que nunca me deixaria só", observou ele. Em segundo lugar, o sargento disse-lhe que, se ele morresse, levá-lo-ia pessoalmente a sua casa.
 
     "A terceira coisa que eu sabia sobre o Sargento Yaw, embora ele nunca o tivesse dito, era que ele morreria pelos seus fuzileiros. Ele demonstrou que os Fuzileiros não eram apenas um ramo das forças armadas, mas uma irmandade."
 
     A experiência de infantaria de Walt deu-lhe confiança para enfrentar qualquer adversário, mas havia uma pergunta sem resposta que permaneceu na sua mente: Se eu morrer em serviço pelo meu país, o que acontecerá comigo, então? O que vem depois da morte?
 
     Quando Walt voltou para casa de férias, ele passou um tempo com a sua antiga namorada da escola secundária e notou uma mudança inconfundível nela. Ela parecia falar de forma diferente, vestia de forma diferente, e estava ainda mais bonita do que ele se lembra. Ele ficou surpreso ao descobrir que, durante a sua ausência, ela aceitara Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador.
 
     "O meu pensamento era muito estranho ... eu estava a usar dois letreiros que diziam que eu era Cristão, mas eu era essencialmente o mesmo que antes." Ele reconhecia que a disciplina do Corpo de Fuzileiros Navais tinha sido boa para ele e ele mudou de muitas maneiras, mas espiritualmente, mantinha-se inalterado.
 
     "Eu tinha confiança interior, mas não a paz interior, e certamente não a paz profunda e certeza da vida eterna, que eu via nela."
 
     Atraído pela sua beleza interior e exterior, os dois casaram-se e foram para a Carolina do Sul, para o último ano de Walt no Corpo de Fuzileiros. "Nós acordámos mutuamente em ir à igreja, que não estava inicialmente na minha agenda", lembra ele. "Eu era um fuzileiro naval e não pensava na igreja."
 
     Quando ele se sentou na manhã de domingo na igreja, uma mensagem sobre Josué, um dos grandes comandantes militares na Bíblia, chamou a sua atenção. No Livro de Josué, capítulo um, Deus disse a Josué: "Eu nunca te deixarei, nem te desampararei."
 
     Walt imediatamente reconheceu uma impressionante semelhança com o seu treinamento no Corpo de Fuzileiros Navais. "Quando Josué foi para a batalha, a promessa de Deus era nunca deixá-lo sozinho. Isso estava alinhado com o que o Sargento Yaw dizia!"
 
     Depois ele ouviu o pastor citar Jesus, pouco antes da crucificação: "Na casa de meu Pai há muitas moradas ... E se Eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para Mim mesmo, para que onde Eu estiver, estejais vós também."
 
     Os olhos de Walt arregalaram-se, quando ele considerou o paralelo óbvio. "O Sargento Yaw disse que iria levar-me para casa se eu morresse. Jesus disse que Ele está a preparar um lar eterno para aqueles que creem n’Ele, e vai escoltar a todos no caminho para casa, para o céu."
 
     O caminho para a Sua casa celeste só foi possível por causa da cruz, ensinou o pastor. "Eu estava ciente da expressão ‘Jesus Cristo morreu pelos pecados do mundo’", mas ela não significava nada para mim, pessoalmente." À primeira vista, a ideia de que Jesus morreu no lugar de Walt era difícil de entender.
 
     Walt considerou que "o salário do pecado é a morte", que os seus pecados haviam causado uma separação cada vez maior do Deus santo. No entanto, Jesus levou todos os pecados de Walt sobre Si e morreu na cruz no lugar de Walt. Parecia incrível que um homem inocente, sem pecado, morresse para salvar um homem pecador.
 
     Ele sabia que o Sargento Yaw teria dado a sua vida pelos seus irmãos em combate. Se o seu sargento fosse atingido por um projétil em vez de Walt, isso poderia estender a vida de Walt por alguns anos - o restante da sua vida natural. Mas a morte de Jesus significava que Walt poderia viver para sempre.
 
     Uma centelha de fé transformadora de vidas tocou em Walt quando ele considerou as implicações eternas. "Eu não poderia deixar de convidar Jesus Cristo para entrar na minha vida", diz ele.
 
     A decisão de seguir o Comandante-em-chefe supremo fazia toda a diferença. "Eu sei para onde vou quando morrer, e sei que há um propósito para mim aqui e agora - que eu não sou um acidente da natureza, mas parte do Seu plano. Não mais vazio e à deriva, eu tenho ligação, significado e uma paz que perdura. Deus trouxe-me a um lugar que eu não poderia imaginar."
 
     Depois de três anos no Corpo de Fuzileiros Navais, Walt passou a maior parte de sua carreira em posições de alto nível de gestão em Silicon Valley. Ele é o fundador e presidente da Global Media Outreach, um ministério de Internet dedicado a dar a todos múltiplas oportunidades de conhecer Jesus na terra. O site em língua portuguesa.
 

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