16-06-13 - Exclusivo: Ray Comfort vira-se para dupla no avião e diz... Ou, como pregar o Evangelho a homossexuais

Eu estava a voar de Los Angeles para Miami quando me vi sentado perto de duas mulheres. Sarah estava sentada mais perto de mim. Tinha 29 anos, estava vestida inapropriadamente e usava uma argola no nariz, além de não ter sido a pessoa mais amigável com quem já me sentei num avião.
Depois da descolagem, não pude deixar de notar que a sua amiga não parava de beijar-lhe a bochecha, segurando a sua mão e acariciando o seu ombro. Elas eram lésbicas, e essa pequena revelação elevou bastante o meu medidor de desconforto no testemunho que havia planeado.
A última coisa que eu queria era um par homossexual irado reclamando à companhia aérea (e aos media) que eu era um fundamentalista homofóbico tentando impor o meu “discurso de ódio", dizendo que elas iriam para o inferno por serem lésbicas.
Esperei até que ela tivesse comido e terminado de assistir ao seu filme, e disse simplesmente: “Sarah, tenho uma pergunta para si. Acredita que existe vida após a morte?”
Ela não tinha a certeza, então perguntei, “Se existe Céu, vai para lá? É boa pessoa?”
Como era de se esperar, ela disse que sim. Então eu passei com ela três dos Dez Mandamentos: ela havia mentido, roubado ou usado o nome de Deus em vão? Ela havia violado os três. Então verificámos se ela seria considerada culpada no Dia do Julgamento e se iria para o Céu ou para o inferno. Eu então falei sobre a cruz e a necessidade do arrependimento e da fé em Jesus.
Não mencionei a sua orientação sexual; não foi necessário, nem era o que eu queria. Eu simplesmente preguei sobre a lei moral (os Dez Mandamentos), pois a Bíblia diz que a lei foi “feita” para os homossexuais. Leia em I Timóteo 1:8-10. Ela não se sentiu ofendida, e eu consegui manter sua amizade e ficar longe da cadeia.




