03-07-13 - Líderes quenianos criticam severamente os comentários feitos pelo presidente dos EUA, Barack Obama, sobre os direitos dos homossexuais
Os comentários feitos pelo presidente Barack Obama, quando, no Senegal, na semana passada, em apoio aos direitos dos homossexuais não caíram bem aos políticos no Quénia, onde os atos homossexuais são tratados como crimes.
O presidente queniano Uhuru Kenyatta (de Bíblia na mão, na foto) e William Ruto, vice-presidente, criticaram severamente as observações de Obama em eventos religiosos distintos. Dirigindo-se a uma congregação no domingo, Ruto disse que o Quénia defenderá as suas fortes crenças religiosas sobre a homossexualidade.
"Este país, o Quénia, é uma nação temente a Deus", disse Ruto.
O vice-presidente William Ruto pediu no domingo ao presidente Barack Obama para respeitar a cultura dos quenianos, dizendo que estes não iriam abandonar as suas tradições que condenam os casamentos do mesmo sexo. Ruto disse que o Quénia estava pronto para trabalhar com outras nações "soberanas e tementes a Deus". "Ninguém deve ter qualquer preocupação com a posição do Quénia, como nação temente a Deus", disse ele. "O presidente Obama é um homem poderoso, mas nós confiamos em Deus, pois está escrito na Bíblia que maldito é o homem que coloca a confiança em outro homem".
A homossexualidade é ilegal no Quénia, onde 90 por cento das pessoas creem que a homossexualidade é errada, de acordo com o Centro de Pesquisas Pew.
"Aqueles que acreditam noutras coisas, o problema é seu", disse Ruto, referindo-se aos comentários de Obama a favor do casamento gay. "Nós cremos em Deus."
Os comentários de Obama seguiram-se às decisões do Supremo Tribunal sobre a Lei de Defesa do Casamento e a Proposição 8. As decisões do tribunal legalizaram o casamento do mesmo sexo na Califórnia (EUA) e concederam benefícios federais aos casais homossexuais casados.
NOTA:
É curioso como os Africanos, evangelizados pela América, agora precisam de evangelizar esta, que tão apóstata se tem tornado.




