16-10-13 - Jornalista afirma que imprensa trata Cristãos como “maioria desprezível” e ignora massacre de crentes no mundo
A postura dos órgãos de comunicação social a respeito dos massacres cometidos ao redor do mundo contra Cristãos foi tema de uma crónica do jornalista Paulo Eduardo Martins.Segundo Martins, os media têm interesse em defender as “minorias oprimidas”, e trata os Cristãos como uma “maioria desprezível”.
Em 2012, mais de 100 mil cristãos foram assassinados em todo o mundo por questões de perseguição religiosa.
Paulo Eduardo Martins afirmou ainda que a postura dos media é “um reflexo inconsciente de uma postura ideológica anticristã, que domina os meios intelectualizados”. Na sua crítica, o jornalista ressaltou ainda que os valores Cristãos são obstáculos para que políticos mal intencionados implantem as suas ideias mirabolantes e tornem possível o tal ‘outro mundo’”.
A desvalorização do Cristianismo nos media seria, na opinião de Martins, uma ação implementada para atender interesses de grupos políticos: “Por isso, essa gente precisa destruir os valores do Cristianismo, pra poder inserir os seus novos valores no seu lugar. Daí, a perseguição aos Cristãos não comover, não chocar. Qualquer coisa que enfraqueça o Cristianismo é potencializada, é usada como uma ferramenta de destruição.
“Retratado como retrógrado ou opressor, o Cristão está constrangido. Defender Cristãos transformou-se em coisa reles. As próprias instituições Cristãs caem nesse jogo, e denunciam timidamente essa perseguição. E a tendência é que a matança só venha a aumentar. A saída para os Cristãos é entender que são vítimas de uma estratégia e reagir, pois com a consciência, coragem, com a sabedoria Cristã, não há ideia, não há espada, não há foice e martelo que tenha força suficiente para derrubar uma cruz”, resumiu.




