30-12-13 - Movimento LGBT foca-se em crianças e adolescentes para propagar seus ideais de "libertação" sexual
Cartilhas, livros didáticos e livros infanto-juvenis têm sido usados como estratégia para tornar o homossexualismo algo natural. O objetivo do Movimento LGBT tem sido desconstruir a heteronormatividade e os fundamentos da cultura judaico-cristã.
Trabalhar a consciência de jovens e adultos, não basta. Agora, a meta do Movimento de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros (LGBT) em todo o mundo é doutrinar os indivíduos desde a infância e adolescência, despertando a sexualidade desses, para que possam “desabrochar o seu lado feminino ou masculino” sem crises. Escolas de Ensino Fundamental e Médio em todo o mundo têm sido bombardeadas por estes ensinamentos e com o apoio do Estado que, na maioria dos casos, é quem financia a produção e divulgação do material com o dinheiro dos cidadãos contribuintes. A meta do movimento LGBT é orientar e educar as crianças para que elas possam ser, mais facilmente, objeto do que eles chamam de 'desconstrução da heteronormatividade'.
No Brasil, o grupo tem orientado o governo neste sentido, buscando junto do Ministério da Educação, que lições “anti-homofóbicas” sejam inseridas nos livros didáticos. Lições estas, na realidade, submetem meninos e meninas a ensinamentos bissexuais, e estimulam-nos a se descobrirem sexualmente com a justificação de que isso é comum, normal, natural.
Um exemplo disso é a ilustração de um livro alemão (imagem ao lado) que ficou bem conhecido no Brasil, na metade deste ano. O livro mostra o dia-a-dia de um casal homossexual e a sua convivência de sucesso com o “filho” adotivo. Na Holanda, em 2000, a escritora Linda de Hann lançou o livro ‘Koning & Koning’ que foi traduzido para o inglês ‘King & King’ e já existe a versão em português ‘Prìncipe e Príncipe’. Um conto de fadas, onde o príncipe vai se tornar rei, mas não se quer casar com uma princesa. Já Open in new windowem 2010, o Presidente da Câmara da capital holandesa, Amsterdão, Eberhard Van Der Laan, declarou que iria inserir personagens homossexuais nos livros escolares, para que as matérias abordem a homossexualidade com naturalidade.
Em dezembro do ano passado, no Rio de Janeiro, cartilhas produzidas para o público gay foram distribuídas livremente no IFRJ (Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro) – instituição de ensino voltada para adolescentes e jovens – com um conteúdo que chocou pais e mesmo alunos, pelas imagens explícitas, sem nenhum pudor, de relação sexual entre homens, além de linguagem pesada, obcena e de duplo sentido. Mais ainda, a cartilha orientava que o sexo poderia ser seguro mesmo sem o preservativo. Quando o caso chegou à imprensa e foi investigado, representantes do movimento LGBT informaram na época que desconheciam a ação e que a distribuição do material foi feita por um grupo isolado. O material teria sido enviado da Holanda.
NOTA: Pais, estejam atentos e protejam vossos filhos destas ações insidiosas do mal.




