19-01-14 - Brasil: Discussão sobre ordenação de mulheres no ministério pastoral
Em agosto deste ano, os pastores ligados à Convenção Batista Nacional do Brasil, a entidade batista com maior representação no país, discutirão o assunto durante o 19º Congresso de Pastores em Florianópolis, SC.O pastor Gilberto Nascimento, presidente da Ordem de Ministros Batistas do Rio Grande do Norte e um dos líderes da Juventude Batista Nacional, concedeu uma entrevista à jornalista e colunista do Gospel+, Raquel Elana.
“Eu sou contra. Não vejo nenhum respaldo bíblico ou ortodoxo em relação à ordenação feminina. Por outras palavras, não há nenhuma citação na Bíblia endossando o chamado feminino”, afirmou o pastor, marcando posição de maneira contundente.
Segundo Nascimento, há falhas nos argumentos de quem defende a ordenação de mulheres no ministério pastoral e deixou a entender que a prática é uma inversão da mensagem do Evangelho: “Alguém diz ‘mas o Espírito me revelou!’. Se revelou, porque não está nos Oráculos de Deus - nas Sagradas Escrituras?
Os Gálatas por exemplo, eram culpados, ainda, de outro pecado que causava grande aflição ao apóstolo: distorciam o Evangelho de Deus. Os judaizantes afirmavam pregar ‘o Evangelho’, mas não é possível haver dois Evangelhos, um com base nas obras e outro com base na graça. ‘Eles não estão pregando outro Evangelho’, escreve Paulo, ‘mas uma mensagem diferente – tão diferente do verdadeiro Evangelho que, afinal, não é evangelho’. Os judaizantes diziam: ‘Cremos em Jesus Cristo, mas temos algo maravilhoso a acrescentar ao que vocês já creem’. Como se alguém pudesse ‘acrescentar’ algo melhor à graça de Deus!
O termo traduzido como perverter em Gálatas 1:7 é usado apenas três vezes no Novo Testamento (At 2:20; GI 1:7; Tg 4:9). Significa ‘fazer uma reviravolta, passar a seguir em direção contrária’ e também poderia ser traduzido por ‘inverter’”, argumentou.
Pastoras, na Bíblia, só de ovelhas mesmo, como Raquel (Génesis 29:9).




