25-03-14 - A Bíblia é o documento historicamente mais correto de todos os tempos
Josh McDowell (na foto mais abaixo) tem ajudado muitas as pessoas a “abrirem os olhos” para alguns factos fascinantes. O autor de “Mais que um carpinteiro” tem usado nas suas palestras um rolo com os cinco primeiros livros da Bíblia (Torá) com cerca de 500 anos de idade. Ele tem permitido que os presentes o toquem e examinem. Depois, explica que aquele era um dos poucos manuscritos completos da Torá no mundo, que não está em nenhum museu.Durante a sua apresentação, mostra como eram as técnicas detalhadas dos antigos escribas judeus para certificarem-se de que a Bíblia que temos em nossas mãos hoje ficasse livre de erros.
Para McDowell, as tentativas constantes de atacar a credibilidade histórica da Bíblia são a ameaça mais comum, pois ela é a base da fé Cristã. Lamentou que até mesmo os Cristãos acreditam em “disparates” que visam desacreditar a maneira como o texto bíblico foi passado de geração em geração.
As explicações de McDowell fazem repensar a maneira como se vê as Escrituras Sagradas e que essas verdades deveriam ser mais divulgadas. Para isso, pretende produzir um DVD com esse material, visando a multiplicação do conhecimento.
O rolo que McDowell usa para ensinar sobre o assunto foi copiado por escribas por volta de 1450 dC. Possui grande valor histórico pois naquela época era muito comum que material religioso deste tipo fosse proibido e muitas vezes queimado, como resultado da perseguição judaica por parte da Igreja Católica.
O compromisso de copiar as Escrituras era uma tarefa sagrada. Havia milhares de métodos de controlo de qualidade destinados a assegurar a sua confiabilidade. Os escribas eram obrigados a memorizar mais de 4000 leis antes de começar a escrever. Nada poderia ser escrito a partir da memória.
Cada letra das copiadas obedecendo um sistema de três escribas. Depois que um escrevia, outro verificava cuidadosamente cada letra e um terceiro escriba verificava a obra final. A maioria das cópias completas da Torá tinham cerca de 70 metros de comprimento e levavam mais de três anos a serem terminadas. Após a conclusão, três escribas verificavam o documento antes que ele pudesse ser usado.
Sabe-se que os escribas contavam literalmente as letras do começo ao fim. São exatamente 304.805 letras na Torá, parando a contagem na 152.402a letra (em Levítico 11:42). Ficou estabelecido que a próxima letra seria chamada “letra central”. Se ela não estivesse certa, o pergaminho todo precisava ser reexaminado. Se estivesse correta, continuavam contando para ver se a última letra do pergaminho totalizava em 152.402.
As Escrituras eram confirmadas por meio de um rolo de papel que servia como um certificado de que seguira todos os processos necessários, incluindo a verificação de três escribas e o sistema de contagem para confirmação.
Até hoje, não se conhece na história da humanidade nenhum processo de cópia com tamanho compromisso com um tal controlo de qualidade. McDowell enfatiza aos leitores da Bíblia e também aos seus críticos que as antigas histórias de que as Escrituras foram alteradas ao longo do tempo são disparates.
Apesar de se poder atacar os seus ensinamentos, os factos mostram que não há como questionar a seriedade do processo de cópia e a enorme quantidade de sangue que foi derramado para que o que Deus revelou ao homem fosse preservado - letra por letra.




