04-06-14 - Número de sacerdotes que deixam a Igreja para casar está a aumentar em Portugal
Os padres que deixam o sacerdócio para casar está aumentar em Portugal, ultrapassando já os 400, segundo o movimento Associação Fraternitas, que está preocupado com o abandono repentino e o corte definitivo com a Igreja de alguns sacerdotes.«Tem vindo a aumentar o número de padres que pediram a dispensa. Os números andam acima dos 400», disse à agência Lusa Fernando Félix Pereira, presidente do movimento Associação Fraternitas, que congrega e apoia padres que pediram a dispensa do sacerdócio, quer seja para casar ou não.
Fernando Félix Ferreira, de 44 anos, pediu em 2000 dispensa do sacerdócio para casar, num processo que durou cerca de ano e meio.
O presidente da Fraternitas mostra-se preocupado com a atual tendência de abandono repentino e de corte definitivo com a Igreja de alguns padres.
"Temos assistido nos últimos tempos a um fenómeno que nos preocupa que é o da autodispensa: sacerdotes jovens e outros menos jovens que simplesmente abandonam o ministério e não querem fazer qualquer processo a pedir a dispensa", adiantou.
Destacou ainda que, quando confrontados com a reconciliação da vida na Igreja, estes padres respondem com "um 'não' taxativo".
Fernando Felix Ferreira diz não ter números globais sobre esta tendência, mas adianta que recentemente na diocese de Santarém seis padres abandonaram o sacerdócio de um dia para o outro.
O movimento Associação Fraternitas congrega atualmente 115 padres que pediram dispensa sacerdotal e é reconhecida pela Conferência Episcopal Portuguesa(CEP).
In LUSA
O que a Bíblia diz sobre esta matéria:
"Convém pois que o bispo seja irrepreensível, MARIDO de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto, hospitaleiro, apto para ensinar ... Que governe bem a sua própria casa, tendo seus FILHOS em sujeição, com toda a modéstia; (Porque, se alguém não sabe governar a sua própria casa, terá cuidado da igreja de Deus?)" (1 Timóteo 3:2-5).
"E a SOGRA de Simão [PEDRO] estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela" (Marcos 1:30).
Neste assunto, como em muitos outros, vê-se como, infelizmente, a Igreja Católica Apostólica Romana está divorciada da Bíblia.
A Bíblia diz claramente que os bispos, anciãos, presbíteros ou pastores devem ser casados e ter a experiência de saber governar uma família, pois de outra forma não saberão governar a família de Deus. E, curiosamente, Pedro, a quem os Católicos classificam de primeiro Papa, era casado.




