29-06-14 - Estudante fala abertamente de fé em sua formatura, depois de ser proibido antes da cerimónia
O aluno afirmou que três rascunhos dos discursos foram recusados por falar de fé.Após ser vetado de expressar a sua fé cristã numa escola secundária da Califórnia (EUA), um estudante decidiu falar abertamente da sua crença justamente no discurso da sua cerimónia de formatura, aproveitando a presença em massa de amigos, familiares e funcionários da escola.
Durante a oratória, Brook Hamby, aluno da Brawley Union High School, relatou que apresentou três rascunhos do seu discurso pelo desejo de comunicar a sua fé, e todos foram negados. E em seguida, destacou que por mais que na vida tenhamos que fazer coisas que "não temos vontade de fazer", devemos assumir o "desejo de fazer o que está certo".
"Nenhum homem ou mulher jamais conseguiu ser verdadeiro ou cumprir o seu papel por conta de viver para os outros, e não por se erguer sobre o que sabiam no seu coração que estava certo ou bom", avaliou Hamby, causando vários sussurros entre a multidão, enquanto falava.
O estudante também citou e enalteceu a Bíblia, como "o maior best-seller de todos os tempos", além de reforçar o seu pensamento citando Mateus 5:13: "Vós sois o sal da terra; e se o sal for insípido, com que se há de salgar? Para nada mais presta senão para se lançar fora, e ser pisado pelos homens".
O caso de veto à fé Cristã de Hamby não é um facto isolado nos Estados Unidos. Em junho passado, o aluno Roy Costner IV, de 18 anos, da escola secundária, Liberty High School, em Pickens County, optou por rasgar o seu discurso pré-aprovado e recitou a Deus uma oração na sua formatura.
Indignado com as restrições, Hamby recitou a sua prece como um desafio para que as autoridades educativas passem por cima das reclamações do grupos ateus União Americana pelas Liberdades Civis (ACLU) e Fundação pela Liberdade de Religião (FFRF), responsáveis pela proibição.
Outros dois casos chamaram a atenção dos media, como o de Kaitlin Nootbaar, em 2012, que o teve seu diploma negado após usar a palavra inferno no discurso de graduação, e Angela Hildenbrand, em 2011, que precisou de apelar para a justiça a fim de falar da sua fé.




