30-06-14 - Marrocos tenta fechar as portas ao extremismo islâmico
O Gabinete Real marroquino aprovou um plano para modernizar o campo religioso e preservar interpretações extremistas marroquinos do Islão, afirmou o Ministro dos Assuntos Islâmicos, Ahmed Taufiq, coletadas pela EFE.Taufiq destacou a importância do Islão na sociedade marroquina e enfatizou que o plano fornece serviços que permitam que as pessoas desenvolvam a religião - apenas a islâmica malequita - em "condições ideais".
Sem liberdade religiosa
O reino do Norte Africano não tem feito progressos significativos contra genuína liberdade religiosa. O proselitismo é proibido, e, recentemente, um Cristão local, Mohamed El Baladi, teve que ser sujeito a prisão por 15 dias após julgamento - finalmente absolvido - em que ele foi acusado de abandonar a fé islâmica e ter incentivado a fé de outros.
Organizações de direitos humanos defendem Baladi, alegando que o país foi aberto à liberdade religiosa e de consciência e que agora os cidadãos não podem desfrutar.
Em 2010, Marrocos expulsou todos os missionários protestantes estrangeiros. Enquanto alguns conseguiram negociar um visto para voltar ao país, muitos ainda estão proibidos de entrar no reino




