31-07-14 - A sorte do Cristianismo no Reino Unido não andará muito longe da dos EUA, adverte evangelista
Uma organização que promove a pregação ao ar livre e evangelismo diz que o Reino Unido se tornou muito hostil ao Evangelho. Nate Steuer dos Ministérios Jeremiah Cry disse ao programa de Rádio American Family Radio, "Questões de hoje", que a Inglaterra se afastou do Cristianismo. Prédios que uma vez serviram como igrejas são agora museus, lojas e até clubes noturnos, e há uma forte crença na evolução e um forte movimento de direitos homossexuais.
"Eles não querem ouvir o Evangelho. O Evangelho é reprimido", disse Steuer, um evangelista, sobre a cultura daquele país.
Ele explicou ainda que o movimento de direitos homossexuais está tão enraizado na Inglaterra que os cristãos têm medo de ir "para as ruas e pregar", temendo o que a comunidade LBGT possa fazer.
Já noticiámos em janeiro que um pregador de rua americano foi preso na Escócia pela sua linguagem "homofóbica" – ao chamar à homossexualidade pecado na sua pregação, como faz a Bíblia.
O pregador, Tony Miano, havia sido preso por um crime semelhante na Inglaterra, em 2013, lembra a história.
Miano e outros estão sujeitos a prisão na Grã-Bretanha nos termos da Lei de Ordem Pública Seção 5.
O que é que isso tem a ver com os Estados Unidos? Os ativistas homossexuais tiveram ganhos semelhantes nos Estados Unidos, diz ele.
"E se os cristãos não acordarem, e não se erguerem dos bancos e saírem para as ruas fazer ouvidas as suas vozes, serão como o Reino Unido", adverte o evangelista.




