23-07-14 - Viúva de pastor assassinado no Irão testemunha “milagre do perdão” e torna-se inspiração para a Igreja Perseguida e demais Igreja
A esposa de um pastor assassinado no Irão em 1994 concedeu uma entrevista afirmando que aprendeu a perdoar os muçulmanos que tiraram a vida ao seu marido. Takoosh Hovsepian ficou viúva após o o seu marido, Haik Hovsepian, se recusar a assinar uma declaração oficial de que não evangelizaria os muçulmanos.Segundo a Missão Portas Abertas, Takoosh sonhava casar-se com o pastor desde a adolescência, mesmo sabendo que no Irão, onde 98% da população é muçulmana, a pregação do Evangelho é proibida e a reunião de Cristãos em templos também.
Takoosh conta que guarda na memória as palavras de convicção do seu marido em relação à situação no Irão: “Não temos que ter medo. Devemos confiar em Deus”, dizia.
Quando o seu marido foi assassinado, Takoosh só sentia desejo de vingança e reparação: “Eu só tinha ódio no meu coração; ódio pelos meus inimigos, por aqueles que assassinaram o meu marido. Eu simplesmente orava com os meus lábios: ‘Deus, dá-me força para perdoar’, mas antes de orar, na minha mente, via-me a atirar lama aos assassinos do meu marido”, afirmou a viúva.
O testemunho de vida do seu marido, que amava os vizinhos muçulmanos e até os recebia na igreja que dirigia, inspirou Takoosh ao longo do tempo, e uma mudança de sentimento aconteceu no seu coração: “Um dia, um milagre aconteceu. Deus deu-me força para orar com o meu coração por aqueles que tinham matado o Haik. Eu já não estava a orar só com os lábios, mas do fundo do meu coração. Deus respondeu a esta oração e eu comecei a perdoar aos meus inimigos”, disse.
Agora, livre do sentimento de ódio, Takoosh tornou-se numa incentivadora dos Cristãos perseguidos e uma divulgadora da realidade dos crentes nos países de maioria muçulmana. Ela tem viajado pelos países ocidentais para narrar a realidade de vida e conscientizar os irmãos na fé sobre a importância de se interceder pela Igreja Perseguida.
NOTA: Quão diferente isto é do sentimento reprovável de alguns que se dizem Cristãos e que desejam, por exemplo, a morte dos terroristas Palestinianos, revelando desconhecer a admirável graça de Deus..
"A mim, que dantes fui blasfemo, e perseguidor, e opressor; mas alcancei misericórdia, porque o fiz ignorantemente, na incredulidade.E a graça de nosso Senhor superabundou com a fé e amor que há em Jesus Cristo. Esta é uma palavra fiel, e digna de toda a aceitação, que Cristo Jesus veio ao mundo, para salvar os pecadores; dos quais eu sou o principal. Mas por isso alcancei misericórdia, para que em mim, que sou o principal, Jesus Cristo mostrasse toda a sua longanimidade, para exemplo dos que haviam de crer nele para a vida eterna. Ora ao Rei dos séculos, imortal, invisível, ao único Deus seja honra e glória para todo o sempre. Amém" (1 Tim. 1:13-17).




