31-01-15 - Vinte cristãos são presos durante estudo bíblico na China
No dia 11 de janeiro, em Pequim, a polícia invadiu uma reunião de estudo da Bíblia que contava com 27 Cristãos chineses. Vinte pessoas foram levadas para a prisão para serem interrogadas.Nma igreja no distrito de Shunyi, lar de dezenas de Cristãos,que viajam para Pequim a fim de trabalhar ou outras razões, às 8 horas da noite, um grupo estava reunido para um estudo bíblico, quando mais de dez policiais invadiram o lugar.
"Assim que terminámos o nosso momento de louvor e adoração, um missionário foi à frente a fim de nos guiar na leitura de passagens da Bíblia. Nós estávamos a orar quando a polícia chegou", disse um membro da igreja.
Eles disseram-nos para interromper a reunião imediatamente. Havia cerca de 27 pessoas no encontro. Os policiais levaram para a esquadra todas as pessoas que não estavam de posse dos seus documentos de identificação; foram mais de 20 pessoas. A polícia também confiscou Bíblias e hinários".
"O chefe da esquadra é Li Jincheng, o mesmo polícia que nos atacou no ano passado. Na última vez, ele e a sua equipa tentaram apagar todas as informações dos nossos computadores. Eles só não concluíram porque não houve tempo suficiente, mas muito conteúdo foi eliminado. A polícia também disse que não estávamos autorizados a ter de volta os computadores. Eles disseram que devíamos abandonar a nossa igreja", contou o Cristão.
Outro Cristão, que foi detido e interrogado, disse que os demais foram libertados cerca de 10h30 da noite do mesmo dia.
"A polícia queria que nós entregássemos tudo o que tínhamos, incluindo os dados guardados enos nossos telemóves. Eles verificaram os nossos documentos de identificação, e depois de terem feito um registo por escrito, deixaram-nps ir embora", disse ele. "Inicialmente, eles alegaram que o nosso encontro era proibido por lei. Depois, quando chegámos à esquadra, eles disseram que o local é ilegal e que não devíamos ir lá novamente".
Frequentemente, a polícia exige que os membros da igreja frequentem uma congregação sancionada pelo governo. No entanto, os membros recusam-se a participar porque acreditam que as ideias dos fundadores de ambas as igrejas são divergentes.




