06-06-15 - Brasil: querem educar crianças de forma neutra
A Câmara de Guarulhos, a segunda maior cidade de São Paulo, decidiu incluir livros infantis sobre educação sexual e identidade de género no projeto que vai orientar professores nos próximos anos.Um dos livros é "Menina Não Entra" (Ed. do Brasil). Ele narra a história de uma garota que, depois de muita relutância dos seus amigos, é aceite na equipa de futebol deles e faz grande sucesso pelas suas habilidades com a bola.
Segundo a editora, os personagens do livro "percebem que estavam completamente equivocados e que o preconceito não leva a vitória alguma, dentro e fora de campo".
Segundo esta corrente de pensamento, os géneros sexuais são construções sociais e culturais, e não biológicas. Assim, as crianças devem ser educadas de forma neutra, para que elas próprias escolham seu género no futuro.
O juiz Antonio Pimenta, que mora na cidade, disse: "Você querer colocar na cabeça de um ser humano que ele pode ser mulher se ele nasceu com corpo masculino é negar a biologia".
"O género não veio para destruir famílias. Tratar da questão de género é trabalhar com uma política de erradicação da violência contra homossexuais, contra a mulher", disse a professora Sílvia Moraes, coordenadora educacional da cidade, que defende o uso dos livros.
"Não sou homofóbico, mas essa ideologia pode levar a criança a achar que pode ser menino com menino, menina com menina, três juntos, ... aí banaliza", disse o vereador Romildo Santos (PSDB), presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara.
Os livros infantis sobre educação sexual já começaram a ser distribuídos nas 139 escolas "para educar as crianças contra o preconceito de género e homofobia".
NOTA:
Bem previu a Bíblia ao dizer:
"Sabe, porém, isto: que nos últimos dias ... haverá homens ... sem afeto natural ..." (2 Timóteo 3:1).




