18-07-15 - Muçulmanos voltam-se para Cristo após atos terroristas do ISIS

O Estado Islâmico, grupo terrorista conhecido como ISIS, crê ser o guardião do Islão. À medida que o grupo ganha terreno, procura destruir outras fés e a história religiosa. Alguns dizem que os extremistas até afetam o próprio Islão.
Eles dizem que o Islão é a maior religião do mundo. Mas o Islão está a enfrentar uma crise. Os atos terríveis do ISIS em nome de Alá e seguindo o exemplo violento de Maomé, têm chocado os muçulmanos que agora questionam a sua fé.
Missionários para o mundo islâmico dizem que se converteram mais muçulmanos ao Cristianismo após os ataques de 9 de setembro de 2001 nos Estados Unidos, do que em 14 séculos de história islâmica. Alguns mantêm a sua conversão em segredo, temendo pelas suas vidas.
Em Londres, um estudante de Inglês, imigrante do Paquistão, deixou o Islão depois de um longo estudo o ter convencido de que o Alcorão não podia ser verdade.
"Se alguém abandona o Islão ou é apóstata, é expulso da sua família. Os seus amigos rejeitam-no e será assassinado ou perseguido. Muitos dos meus amigos dizem: "esta é a última vez que falo contigo porque desrespeitaste o profeta Maomé e o Islão", diz Imran.
Imran ainda não é Cristão, mas estudou a Bíblia e diz que o Cristianismo é superior ao Islão. Alguns ex-muçulmanos fazem-se ateus, mas outros descobrem um Deus de amor.
"Por causa do ISIS, muitos muçulmanos têm-se tornado Cristãos", diz Fouad Rasho.
Na Suíça, o pastor Fouad Rasho, imigrante da Síria, fala da conversão de uma centena de ex-muçulmanos.
"Todas as semanas há um ou mais que vêm até mim dizendo: 'eu quero saber do Cristianismo, da Bíblia'. Estão muito aborrecidos por serem muçulmanos", disse Rasho.
Quando se trata de religião, a Europa é chamada o novo continente obscuro e alguns muçulmanos sentem-se presos entre o ateísmo e o Islão radical, porém veem esperança no Cristianismo.
Quando Nassim Ben Iman chegou à Alemanha com os seus pais, de um país muçulmano, ele lembra-se de pensar que, se a Alemanha era um país Cristão, então, era uma religião de pecado.
"Depois a nudez na televisão deve-se à religião Cristã. Viver junto sem ser casado deve-se à religião Cristã ", diz Nassim.
Porém, logo a seguir, Nassim percebeu que há diferença e descobriu o verdadeiro Cristianismo e hoje é um evangelista que alcanças muçulmanos e outros para Cristo.
"Quando entendemos Quem é Jesus amamo-Lo cada vez mais. Mas quando os muçulmanos entendem mais quem é Maomé, o que é o Alcorão e a sua história, então abandonam o islão", diz Nassim.
O irmão Rachid é filho de um imã marroquino que viveu 15 anos como Cristão secreto. Agora, ele apresenta um programa em árabe chamado "questões desafiadoras", que desafia os muçulmanos a questionar a sua fé.
"Muitos muçulmanos dizem: 'se o que o ISIS faz é Islão, eu abandono-o’. Alguns fazem-se ateus. Há uma enorme onda de ateísmo no mundo árabe atualmente e há uma onda de conversões ao Cristianismo, seguindo o Senhor Jesus Cristo. Eu nunca vi nada parecido. O Islão nunca enfrentou esta crise ", disse Rachid.
Nassim diz que o Islã parece forte, mas só alimenta do vazio espiritual nos países onde o Cristianismo é fraco.
"O maior poder do Islão é a fraqueza dos Cristãos; é o que acontece na Alemanha e nos Estados Unidos e todos os países ocidentais", diz Nassim.
Mesmo quando parece que o Islão está prestes para governar o Ocidente, o irmão Rachid diz que os Cristãos não devem temê-lo. Ele está convencido de que se trata de uma fé que morre lentamente.
"O Islão não é um instrumento de Deus para julgar o Ocidente. As pessoas temem pelo que se vê nos noticiários, mas até a própria a violência é um sinal desse colapso", diz Rachid.




