26-04-16 - Rainha Elizabeth chega aos 90 anos com sua fé cristã fortalecida: "Vejo a fidelidade de Deus"

Com os seus 90 anos de idade, a Elizabeth II está a ser tema do lançamento do seu livro, "A Serva Rainha e o Rei que Ela Serve", no qual ela testemunha da sua fé cristã e como esta a tem fortalecido.
Multidões em toda a Grã-Bretanha reuniram-se na última quinta-feira (21), para comemorar o aniversário de 90 anos da rainha Elizabeth II, o monarca mais antigo do mundo, que tem muitas vezes testemunhado da sua forte fé cristã e como a atitude de seguir a Jesus Cristo está no centro da sua vida.
O primeiro-ministro David Cameron chamou a rainha de "uma rocha de força para a nação [britânica]", segundo a agência Reuters.
A revista BBC News listou na última quarta-feira, várias razões diferentes pelas quais a rainha Elizabeth tem conseguido viver uma vida tão longa e produtiva, notando que a sua fé cristã e obras de caridade têm desempenhado um papel fundamental.
No seu livro “A Serva Rainha e o Rei que Ela Serve”, lançado para celebrar seus 90 anos, Elizabeth escreveu: "Eu fui - e continuo a ser - muito grata pelas vossas orações e também grata a Deus pela Sua benignidade".
Ela acrescentou: "De facto tenho visto a fidelidade d’Ele".
Mark Greene, diretor executivo do Instituto de Londres para o cristianismo contemporâneo e co-autor do livro, acrescentou: "A rainha tem nos servido em sua vida adulta, com incrível consistência de caráter, a preocupação com os outros e uma clara dependência de Cristo. Quanto mais eu leio o que ela escreveu e falou para as pessoas que a conhecem, vejo isso mais claramente".
Posicionamentos cristãos sobre a Família
Recentemente, Elizabeth II também deu a sua opinião sobre a aprovação do casamento gay e mais uma vez se posicionou com base na sua fé cristã quanto a isso.
A rainha teria dito a um seu amigo que estava frustrada pela aprovação da lei, mas não tinha como intervir.
O amigo disse: "Eu perguntei-lhe se ela não podia fazer algo sobre isso e ela respondeu: 'Eu não posso. Só posso aconselhar e alertar".
O amigo acrescentou: "Foi o termo 'casamento' que ela acreditou ser a questão nesta lei, porque o casamento deveria ser sagrado entre um homem e uma mulher".




