30-04-16 - Dicionário Houaiss vai alterar definição do termo ‘família'

Objetivo é criar verbete ‘sem preconceitos e limitações’.
O Grande Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa (Brasil) vai alterar o significado do termo família na sua próxima edição. A ideia é abranger as novas configurações familiares e servir como contraponto ao Estatuto da Família, aprovado em outubro do ano passado pela Câmara dos Deputados (Brasil). Para fazer a mudança, foi lançada uma campanha pedindo sugestões do público.
A partir delas, e com a ajuda de especialistas, será criada uma definição “sem preconceitos e limitações”.
— O mundo é diverso, abrangente e dinâmico. A atual definição de ‘família’ é reducionista e anacrónica. O que desejamos é atualizar esta definição e contribuir para a reflexão sobre quais são os verdadeiros laços que unem as pessoas em forma de família — defende André Lima, sócio da agência NBS, idealizadora da campanha #todasasfamílias.
Atualmente, o termo família é definido no dicionário como grupo de pessoas vivendo sob o mesmo teto (especialmente o pai, a mãe e os filhos), que têm ancestralidade comum ou provêm de um mesmo tronco, ou ligadas entre si pelo casamento e pela filiação, excepcionalmente pela adoção. O Estatuto da Família, que ainda será apreciado pelo Senado, restringe juridicamente a entidade familiar à “união entre um homem e uma mulher, por meio do casamento ou de união estável, e a comunidade formada por qualquer dos pais e seus filhos”.
A campanha elaborada pela NBS e pelo Houaiss, em parceria com a Coordenadoria Especial da Diversidade Sexual da Prefeitura do Rio e a Associação Brasileira de Famílias Homoafetivas, tem um site construído especialmente para colher as sugestões dos internautas. Nele, são apresentados vídeos com pessoas apresentando as suas definições de família. O site tem um espaço para a participação dos internautas, que devem completar a frase “para mim, família é”.
“Com o somatório das opiniões, o dicionário Houaiss aceitou o desafio de criar um significado único para ser colocado na sua próxima edição, fazendo com que as novas gerações conheçam um significado de família mais democrático, abrangente e sem preconceitos", diz o texto de apresentação da campanha.
NOTA:
O diabo sempre quis desmantelar, destruir, desconstruir sistematicamente a família como Deus a define na Bíblia. Ele não desiste. O maior perigo para a humanidade hoje é a destruição da família.
Estamos a viver tempos difíceis, sendo reorientados por um movimento mundial, que visa estabelecer uma nova ordem mundial, tentando reorientar o mundo na sua sexualidade, usando estratégias diabólicas.
Apossando-se da educação para a sua promoção, seguem doutrinando ideologicamente os nossos filhos, mudando os seus sistemas internos de valores morais, éticos – principalmente o religioso, pois este é o único freio, segundo os próprios doutrinadores, capaz de conter os seus avanços. Logo a estratégia dessa ideologia, é desconstruir tudo o que venha a se tornar uma pedra no seu caminho.
Tem sido uma meta a ser alcançada pelos doutrinadores da ideologia de género, ocupar todos os espaços, na mídia, na sociedade, nas discussões sociais, culturais, na politica e principalmente nas escolas.
Na educação, o intuito é desconstruir valores familiares, morais e religiosos, colocando a criança em conflito com a sua realidade, as suas tradições familiares, para provocar no núcleo familiar da casa do aluno, uma guerra de valores. Desta forma, o alvo seria a desestabilização da Família, para então provar que “este núcleo e as tradições que as sustentam, na sua maioria são resultado de uma religião cristã, proselitista”. Assim transformam essa Família – tida como fator de proteção social e individual – num “fator de risco”.
Parece até “teoria da conspiração”, coisa de “fanático”, não é? Mas é desta forma que os doutrinadores têm conseguido, desestabilizar a sociedade, através da destruição da célula mater da sociedade – a Família tradicional – e usam a estratégia da promoção pelo discurso da “luta contra a homofobia, generofobia, transfobia”.
Num primeiro momento, os discursos visam acabar com o preconceito contra as “minorias sexuais” (géneros e LGBT’s), o que viria a promover “a igualdade entre os seres humanos”. Seria aceitável se não usassem como estratégia a relativização moral, religiosa, impondo ideologias, pensamentos subversivos, tentando convencer com falácias apelativas e emocionais que, o género Binário (titulo que dão à heterossexualidade, que tem apenas dois géneros- masculino e feminino) só é considerado normal dentro de uma sociedade heteronomativa, porque segundo, esses doutrinadores, “uma sociedade religiosa e proselitista normatizou este modelo e proíbe os outros géneros [não binários] de existirem”.
Uma mentira dita centenas de vezes acaba sendo aceita como “verdade”. E é dessa forma que se doutrina alunos e a sociedade, com apelos, políticos, midiáticos e até falácias “jurídicas”, ameaçando, alienando e manipulando, de forma repetitiva, fazendo uma lavagem cerebral em todos de mente fraca que se inclinarem a ouví-los, sem um mínimo de censo crítico.
Firme-se na verdade; firme-se na Palavra de Deus.




