13-08-16 - Atirador de elite palestino converte-se e abandona terrorismo

Nascido em Gaza, Saada juntou-se à Organização pela Libertação da Palestina (OLP) quando tinha apenas 17 anos. De família muçulmana, desde cedo aprendeu a odiar Israel. Ele fugiu de casa para ser terrorista. Recebendo o treinamento adequado, ele foi um soldado leal de Arafat, a quem considerava um “herói”.
Cansado de lutar contra as forças israelitas e ver muita corrupção entre os palestinos, Saada foi para os Estados Unidos na década de 1970, no auge do levante palestiniano. Ele tinha perto de 40 anos e estava decidido a começar uma nova vida, longe do terror.
Contudo, essa mudança só veio quando o extremista islâmico teve um encontro com o Senhor Jesus Cristo e abandonou a trajetória de ódio. Não foi uma experiência que envolveu visões ou sonhos. Ele simplesmente nunca tinha ouvido o Evangelho antes.
Quando isso aconteceu, através de amigos cristãos, ele nasceu de novo – aos 42 anos de idade. A partir de então vem se dedicando a contar o que está por detrás de movimentos como a antiga OLP, a Fatah a agora o Estado Islâmico. Afirma não ter dúvidas que todos eles têm como motivação principal a luta pelo poder e a religião é usada como um meio para isso.
Hoje ele é um ardoroso defensor de Israel. Fundou o ministério Esperança para Ismael, e escreveu livros sobre sua vida e a necessidade de intercessão pelos palestinianos que vivem enganados. A sua biografia tem por título “Era uma vez um homem de Arafat”.
Agora, ele está a promover um novo livro, chamado “The Mind of Terror” [A mente do Terror], onde analisa os grupos extremistas e como a Igreja deveria responder. Baseado na sua própria experiência, relata como se formam os extremistas islâmicos e analisa o que seria necessário para haver uma solução pacífica neste intenso conflito religioso no Médio Oriente.
O apelo que ele faz à Igreja é: “pregar ódio aos muçulmanos não nos vai ajudar a espalhar as boas notícias". Tass explica que muitos radicais não conhecem outra vida; aprenderam a odiar desde que nasceram.
A única solução é eles conhecerem o amor de Deus. Por isso, ele escolheu o nome de “esperança para Ismael”. O seu desejo é ensinar que, por causa dos ensinamentos do Alcorão, a maioria dos islâmicos não possuem a esperança da vida eterna, que só pode ser encontrada no Senhor Jesus Cristo. Embora os escritos de Maomé falem sobre Ele, o ódio que pregam a todos os judeus impede os islâmicos até mesmo de ouvirem a Sua mensagem de salvação.
- In Christian Today e CBN




