01-09-16 - Cristãos africanos sofrem ameaças por causa de sua fé

O governo de Djibuti, pequeno país do nordeste de África, é acusado de reprimir a liberdade de expressão, de imprensa e de religião dos cristãos locais. Lá, a comunidade religiosa é bem pequena, mas enfrenta uma grande pressão vinda do Estado. Existe também uma agressão contra os direitos humanos, onde são cometidos crimes contra as minorias religiosas.
O Djibuti faz parte do Corno de África e da África Subsaariana, sendo que a religião dominante é o islamismo. Infelizmente, o lugar tem apresentado cada vez mais um cenário hostil para os cristãos, onde a coragem e a confiança no Espírito Santo são essenciais para o crescimento da igreja.
Com cerca de 900 mil moradores, é estimado que aproximadamente 150 mil sejam cristãos. Desse número, praticamente todos são ameaçados e vivem debaixo de um regime autoritário, extremista e ditatorial.
A explicação mais clara para essa violenta perseguição aos cristãos no país é a paranoia islâmica. A igreja tem ficado em estado de vulnerabilidade e tem experimentado o antagonismo social. Sabe-se que aqueles que se decidem pelo Cristianismo são até mesmo ridicularizados e rejeitados por suas próprias famílias.
Desafios da Igreja
Os cristãos estão espalhados pelo país em pequenas comunidades e enfrentam os maiores desafios, fazendo o possível para comunicar o amor de Jesus aos seus vizinhos muçulmanos, além de realizarem discipulado com os novos convertidos. O objetivo é que eles também encontrem forças na Palavra de Deus, a fim de seguirem firmes na sua nova fé.
Os cristãos djibutianos, muitas vezes, ficam sem emprego e são expulsos do convívio social. Para eles, só restam a fé e a perseverança para acreditarem num novo dia. Eles são sustentados pela paz que excede todo o entendimento e pelo amor de Cristo que aquece os seus corações. "Eu quero ser um testemunho para os outros", conclui uma cristã secreta do Djibuti.
- In Guia-me




