02-04-17 - Ex-radical convertida ao Senhor Jesus Cristo diz que o Islão não é religião da paz

Uma ex-muçulmana radical que trabalha como missionária cristã lança um alerta. Isik Abla, nascida na Turquia, mas hoje residente nos Estados Unidos explica que existem diferentes tipos de “jihad” no Islão e que o Ocidente não entendeu isso ainda.
Criada numa família muçulmana praticante, Abla lembra que sofreu muito na infância por causa da religião dos seus pais. Após se casar, viu-se parte de uma dessas divisões da Jihad, a guerra santa ensinada no Alcorão.
“Existe Jihad educacional, Jihad populacional, Jihad dos media, Jihad económica entre outras”, assegurou ao The Christian Post. Ao total seriam oito e o seu alerta é que “todos esses tipos de Jihad estão integrados no mundo ocidental contemporâneo”.
Para ela a perceção do mundo ocidental em relação ao Islão é muito diferente do que os muçulmanos do Médio Oriente acreditam. “Quando eu era uma islâmica fanática, acreditava numa Jihad física”, assegura.
“Primeiro de tudo, tem que se acreditar que se é muçulmano verdadeiro, que se estuda o Alcorão. É necessário saber que a Jihad física é necessária porque só existe a ordem de matar, conforme ensina o Alcorão”.
Abla revelou que, por causa do seu primeiro esposo descobriu que havia a chamada “Jihad educacional”, que paga os estudos de muçulmanos comprometidos nas principais faculdades do mundo ocidental.
“Então nós estávamos a canalizar muito dinheiro para que essas pessoas pudessem alcançar lugares altos no poder e ditar o que precisa acontecer no mundo ocidental. O foco é islamizar o ocidente. Este é um tipo de ideologia do Islão e eu fazia parte disso”.
Aos 12 anos, Abla terminou seus estudos do Alcorão e, ao contrário da maioria das meninas que desejam brincar com bonecas Barbie, o seu sonho era morrer em nome de Allah e torna-se uma “mártir”.
“Essa é a ideia e ideologia que o Islão injeta em cada um dos muçulmanos”, afirma. Abla diz que tem vergonha do seu envolvimento na Jihad, mas que está grata por Deus ter removido esse sentimento.
Depois de dois casamentos violentos, ela fugiu da Turquia para a América e começou a trabalhar num local onde o chefe era cristão. Ele falava-lhe constantemente sobre Jesus e assegurava que a sua alegria e paz advinham do seu relacionamento com Cristo.
“No dia em que eu decidi me matar, me suicidar, o Senhor salvou-me miraculosamente e mudou completamente a minha vida”, testemunha. Ela finalmente havia aceite o convite do seu chefe para buscar o Deus da Bíblia.
Ela diz que não entende como tantas pessoas podem falar sobre o Islão como sendo uma religião de “paz”.
“Eu quero reforçar que a apresentação pacífica do Islão, é um terrível engano. Eu não entendo como o mundo ocidental ainda não viu isso. Eu queria dizer que é ingenuidade, mas é idiotice não entender como o Islão nada tem a ver com a paz. O Islão só pode trazer a paz com a espada. Eles irão decapitá-lo se não abandonar a sua fé. Se desistir da sua fé, então eles permitem que se viva sob o seu governo ditatorial. Não há paz no Islão, vamos deixar isso claro”.
Isik finaliza enfatizando que o Estado Islâmico continua a recrutar ocidentais através da Internet, em especial nas redes sociais. Ela acredita que os mais jovens geralmente caem nessa armadilha dos jihadistas porque o Islão é apresentado como uma oportunidade deles “lutarem pela liberdade” e morrerem em nome de Deus..
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