O poder do amor
“O amor nunca falha …” (1 Coríntios 13:8).
Caros amigos,
Um único acto de amor pode ter efeito de ondulação positivo e benéfico de longo alcance, muito para além da nossa imaginação mais fantástica. A recusa de um acto de amor pode ter o efeito contrário.
Em 1952, um oficial de justiça em Nova York tentou encontrar uma organização que pudesse auxiliar na adopção de um menino de doze anos de idade.
Embora a criança tivesse um fundo religioso, nenhuma das principais denominações quis ajudar na sua adopção. Disse o oficial mais tarde, "O seu caso foi-me reportado, porque ele tinha sido um vadio. Tentei durante um ano encontrar uma agência que cuidasse deste jovem carente. Nem instituições católicas, nem protestantes, nem judaicas quiseram levá-lo porque ele era oriundo de uma denominação que eles não reconheciam. Eu não consegui fazer nada construtivo para ele."
Se os princípios do amor Cristão tivessem prevalecido no Bronx em 1952, talvez um bom lar pudesse ter sido encontrado para aquele jovem rapaz em dificuldades. Na verdade, proporcionar-lhe um melhor ambiente poderia ter mudado a história.
Pois bem, o menino era Lee Harvey Oswald, que mais tarde assassinou o presidente John F. Kennedy, causando sofrimento a uma nação e ao mundo.
O amor é a maior potência do universo. Deus é personificado no amor. "Deus é amor", diz-nos a Escritura (1 João 4:16). E "o amor nunca falha" (1 Coríntios 13:8). "Porque esta é a mensagem que ouvistes desde o princípio: que nos amemos uns aos outros" (1 João 3:11).
Nos nossos relacionamentos com os outros, muitas vezes o que passa por amor é pouco mais do que uma pura transacção comercial. As pessoas são gentis connosco, depois nós retribuímos-lhes com igual consideração. Quando nos tratam injustamente, a nossa resposta negativa é realmente o que nos estavam a pedir. É tudo tão equilibrado, tão justo, tão lógico com este tipo de justiça olho por olho e dente por dente. Porém, o amor Cristão nunca se contenta simplesmente com aquilo que é razoável. Ele insiste em manifestar misericórdia, tão bem quanto justiça. Ele quebra a cadeia de reacções lógicas.
Foi perguntado ao General Robert E. Lee o que ele achava de um colega do Exército Confederado que havia feito alguns comentários depreciativos sobre ele. Lee avaliou-o como sendo muito satisfatório.
A pessoa que fez a pergunta pareceu perplexa. "General", disse ela: "Eu acho que não sabe o que ele anda a dizer de si."
"Eu sei", respondeu Lee. "Mas pediram-me a minha opinião sobre ele, não a sua opinião sobre mim!"
Bill Bright



