Como lidares com as tuas emoções misturadas
“Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.” Romanos 12:15
“Alegrai-vos com os que se alegram e chorai com os que choram.” Romanos 12:15
Portanto nós, também, pois que estamos rodeados de uma tão grande nuvem de testemunhas, deixemos todo o embaraço, e o pecado, que tão de perto nos rodeia, e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta, olhando para Jesus, Autor e Consumador da fé, o Qual, pelo gozo que Lhe estava proposto, suportou a cruz, desprezando a afronta, e assentou-Se à dextra do trono de Deus. Considerai, pois, Aquele que suportou tais contradições dos pecadores contra Si mesmo, para que não enfraqueçais, desfalecendo em vossos ânimos. - Hebreus 12:1-3

Historicamente, é um facto bem estabelecido que Jesus de Nazaré nasceu em Belém nos dias do Rei Herodes. Mateus e Lucas registam a chegada do nosso Senhor com uma simplicidade notável que até uma criança pode entender. Mas é o Apóstolo dos Gentios que explica o significado da encarnação de Cristo.
“Tenho uma dúvida sobre algo que creio chamar-se de contextualização da mensagem do Evangelho... gostaria de entender mais sobre isso…”
A contextualização do Evangelho é um conceito que tem vindo a ser popularizado pelas igrejas emergentes do ocidente, o que por si só já é motivo de preocupação. É essencialmente uma tentativa de acomodar a mudança social, cultura, tradição e visões religiosas de outras fés, assim chamadas, na apresentação do Evangelho. A Palavra de Deus é então adaptada, quando preciso, para se moldar a essas áreas de forma mais eficaz a fim de ser ministrada aos outros.
Por exemplo, o muçulmano tem uma visão monoteísta de Alá. Ou seja, há apenas um Deus verdadeiro. A teologia contextualizada questiona se isso é compatível com o Cristianismo, uma vez que este também sustenta uma visão monoteísta de Deus. Com o que parece ser um terreno comum, eles sentem que têm uma porta aberta cooperar. Embora isto seja apenas uma faceta da contextualização, é uma prática questionável na melhor das hipóteses e, em alguns casos, herética.
A Palavra de Deus continua como a autoridade final única em todas as questões de fé e prática. Não precisa do auxílio de conceitos, que só servem para minar as Escrituras. Há um Deus vivo e verdadeiro cujo nome é Jesus Cristo, “porque n’Ele habita corporalmente toda a plenitude da divindade” (Col. 2:9). Todos os outros deuses ou visões de deuses são falsidade!
Por Paul M. Sadler

“No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor…” 1 João 4:18
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