A Senda da Graça (XXXV)

A  Senda da Graça

“A Humildade escolhe crer em Deus.”

     “O justo viverá da fé” (Habacuque 2:4; Romanos 1:17; Gálatas 3:11; Hebreus 10:38).

     Se necessitamos de algo mais convincente, Deus obriga-nos a dizer,

     “Porque andamos por fé, e não por vista” (2 Coríntios 5:7).

     Este estudo tem um capítulo inteiro sobre o tópico da fé. Para já, precisamos de ver que a humildade escolhe crer em Deus. O orgulho olha para as circunstâncias, as coisas que vemos, e faz as decisões depender delas. O orgulho diz, “Se não posso entender, não posso crer.”

     A fé escolhe crer em Deus e actua em conformidade, mesmo que o crer desafie a lógica.

     Muitos crentes reconhecem a autoridade da Palavra de Deus mas não respondem com fé aos seus ensinos. Quando lemos,

     “Não estejais inquietos por coisa alguma” (Filipenses 4:6),

     Os crentes respondem com humildade, não se preocupando.

     Ou, se lemos,

     “Em tudo dai graças ...” (1 Tessalonicenses 5:18),

     o crente genuinamente humilde agradece imediatamente, mesmo pelas provas, provações e tribulações da vida.


“Paulo disse que tudo o que ele era, ou esperava ser, ele devia à graça de Deus.”


3. Submissão à graça de Deus.

     O apóstolo Paulo foi discutivelmente o maior dos apóstolos. Os escritos de Paulo compõem a maior parte do nosso Novo Testamento. Ele conduziu, provavelmente, mais pessoas a Cristo do que qualquer outra pessoa do seu tempo. No entanto, este grande homem disse sobre si mesmo,

     “Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo” (1 Coríntios 15:10).

     A que devia Paulo o seu sucesso? À sua educação familiar? À formação académica? À auto-disciplina? À educação religiosa? Não! Paulo disse que tudo o que era, ou esperava ser, ele devia à graça de Deus.

     O orgulho leva-nos a querer a apropriar o crédito do que Deus fez por nós. Não há homens nem mulheres que se fizeram a si mesmos. Porque é que eu posso escrever este estudo? Primeiro, nasci num país onde tenho liberdade de escrever. O que é que fiz para merecer isso? Nada; por conseguinte é um dom da graça de Deus. Segundo, tenho a capacidade mental de pensar, analisar e sintetizar informação. Esta capacidade mental é algo que Deus me deu – de novo um dom da Sua graça. Terceiro, eu tenho o Espírito Santo em mim para me ensinar, guiar e dirigir, quando escrevo – um outro dom da graça de Deus.

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