Não deveriam os mais velhos guiar os mais novos em vez de ser o contrário?

Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Estou muito preocupado com os meus filhos, que estão presos aos seus dispositivos eletrónicos— redes sociais e jogos. Infelizmente, é uma epidemia na geração deles, e com isso vêm a irritabilidade, a obesidade e a infelicidade. Raramente vemos crianças a brincar lá fora. E, quando o fazem, levam os telemóveis com elas. Tornou-se uma espécie de manta de segurança — e reparei que nós, pais, não somos assim tão diferentes. Damos à Internet mais tempo de atenção do que às pessoas que amamos. Antes de ser demasiado duro com eles, decidi trabalhar em mim mesmo e ser um melhor exemplo de como usar a tecnologia moderna de forma responsável. E encorajo outros pais a considerar pôr em prática o mesmo para salvar a geração jovem — e a nós mesmos. Não deveriam os mais velhos guiar os mais novos em vez de ser o contrário? – T. M.
Resposta: É verdade que muitos pais têm permitido que “amas eletrónicas” se infiltrassem nos seus lares e mentes. É muito importante que os pais deem um bom exemplo em casa, no casamento e nas relações, porque as crianças são impactadas quando alguém diz uma coisa e faz outra.
A influência de uma mãe sobre a vida dos seus filhos não pode ser medida. Eles percebem e absorvem o seu exemplo e as suas atitudes quando se trata de questões de honestidade e temperança. E a maior homenagem que um filho pode prestar a um pai é dizer: “Quando eu crescer, quero ser como o meu pai.” É uma responsabilidade que deve trazer convicção aos pais e avós. Coisas maravilhosas podem acontecer quando uma família se une e coloca Cristo no centro da vida.
Trocámos o amor pela família e pelo lar, por ciberamigos e pela vida na autoestrada da informação, que rouba a alma o fazer memórias e de ter comunhão uns com os outros. O nosso próprio círculo familiar sabe se Cristo vive em nós e através de nós.
- Billy Graham



