
Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: A minha formação é na área de hotelaria, estando a administrar uma grande rede hoteleira. Algumas pessoas dizem que, em vez disso, preciso de trabalhar para o Senhor. Isto está a corroer-me, pois tenho muitas oportunidades no meu trabalho de convidar outras pessoas para a igreja e de mostrar-lhes hospitalidade em minha casa, onde oramos antes das refeições e desfrutamos de entretenimento saudável. Sinto que este é muitas vezes o primeiro passo para dar testemunho de porque vivo dessa maneira. Tal dá-me a oportunidade de expressar o meu amor e obediência a Deus. Muitos dos meus amigos da igreja desprezam-me porque estou a ganhar a vida “no mundo”. Estarei a violar os princípios da vida cristã? - S.W.
Resposta: A realidade da nossa “profissão cristã” [o nosso testemunho] é manifestada de muitas maneiras: pelas coisas que dizemos, bem como pelas coisas que não dizemos; pelas coisas que fazemos, bem como pelas coisas que não fazemos. Pois embora o Cristianismo não seja principalmente uma questão externa, ele encontra expressão em conversas, hábitos, recreação, ênfase e ambições. Essa conduta é observada por aqueles com quem trabalhamos no cumprimento das responsabilidades da nossa “profissão”.
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Apesar de Billy Graham já ter sido promovido à glória (07NOV1918-21FEV2018), continuaremos a publicar as suas Perguntas/Respostas - novas e em arquivo.
Pergunta: Eu sou uma jovem mãe que tem quatro filhos com menos de 10 anos de idade. As minhas amigas na igreja criticam-me porque eu não trabalho fora de casa nem assisto aos estudos bíblicos de mulheres, nem ajudo nos seus vários ministérios. Elas dizem-me que eu deveria estar a trabalhar como elas. Eu tento estar disponível para os meus vizinhos quando eles estão em necessidade, mas sinto que a minha primeira responsabilidade é com os meus filhos. Estou errada ao recusar outras oportunidades de serviço? – A.M.
Resposta: Alan Redpath, o grande pregador e pastor na Igreja Moody em Chicago, tinha um quadro na parede do seu escritório que dizia: "Cuidado com a esterilidade de uma vida ocupada". Muitas pessoas veem as suas atividades como as mais importantes e ficam ofendidas quando os outros não se colocam ao seu lado para ajudar. As pessoas devem ser cautelosas relativamente à insistência de que a sua chamada é igualmente a chamada de outra pessoa. É preciso força para não sucumbir à pressão dos pares. Todos nós devemos ouvir a “chamada” de Deus e de não a confundirmos com a chamada de outra pessoa.
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