Ilustrações da Verdade Bíblica (LXIII)

Por H. A. Ironside
A plenitude das Escrituras
“Da panela a farinha se não acabou, e da botija o azeite não faltou: Conforme à palavra do Senhor, que falara pelo ministério de Elias” (I Reis 17:16).
Nisto, a panela e a botija eram como a própria Palavra de Deus, se pensarmos nas Escrituras como um todo, ou qualquer passagem separada ou texto. Independentemente do número de vezes que a possamos ler, e do número de sermões que possamos ter ouvido sobre ela, há sempre mais para ser descoberto, à medida que meditamos de novo nela sob a orientação do Espírito Santo.
O evangelista Gibbud, missionário de Nova York há cerca de cinquenta anos atrás, gostava de contar do rapaz inculto que frequentava uma escola na parte baixa do lado leste do distrito da grande metrópole. Ele estava muito afeiçoado à sua professora por causa do interesse bondoso que Ela lhe tinha manifestado. Um dia, ele aproximou-se da sua secretária, depois das aulas, segurando uma laranja muito amassada na sua pequena mão suja, encardida. "Professora," disse ele, "olhe a ralanja que lhe truxe. Ela tá um puco explimida, mas ainda tem muto sumo!"
É assim com cada porção da Bíblia. Ninguém foi capaz de esgotar o tesouro inestimável que ela contém. Há sempre mais a extrair dela para refrigério da alma.
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