O crente menino

O Apóstolo Paulo diz que existem crentes que são meninos, meninos na fé.
“... não sejamos mais meninos inconstantes ...” (Efésios 4:14).
Como se reconhece um crente menino?

O Apóstolo Paulo diz que existem crentes que são meninos, meninos na fé.
“... não sejamos mais meninos inconstantes ...” (Efésios 4:14).
Como se reconhece um crente menino?
Não, fundamentalmente por duas razões:
1. Na Bíblia todos os dias, hoje, são iguais, não havendo diferença alguma entre dia e dia, e, se alguém, na sua enfermidade na fé (Romanos 14:1), quiser fazer alguma diferença entre dias só está "autorizado" a distinguir dias "para o Senhor", para mais nada, o que não é o caso.
"Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em seu próprio ânimo. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz" (Romanos 14:5,6).
O dia de hoje é como o dia de ontem e o dia de amanhã - um dia de graça, de plena graça.
O Cristianismo não tem maior impacto porque as pessoas não vivem o que professam
- Vonette Z. Bright
Vonette Bright sobre Bill Bright (para meditarmos seriamente):
"Bill Bright provavelmente tinha mais problemas do que qualquer homem na face da terra. Quem tem cerca 6.000 membros de equipa espalhados por uma centena de países, não pode deixar de ter problemas.”
“No entanto, se perguntássemos a Bill Bright se ele tinha problemas ele respondia, ‘Que problemas?’ Por causa da sua fé e personalidade ele não considerava ter problemas”.
“Bill dizia honestamente que não tinha problemas”, achava Conecte, “porque ele colocava de imediato os problemas nas mãos de Deus. ‘É da responsabilidade de Deus tratar disto’, dizia ele. A seguir relaxava ou dormia, e continuava a tratar de outras coisas”.
Já se deu conta da quantidade de superstições associadas com a entrada de um novo ano?
Nasceram das sementes da mesma pinha e ambos sobreviveram ao assalto dos pássaros cheios de fome e às intempéries. Germinaram e cresceram bem juntinhos fazendo sombra um ao outro conforme a rotação do sol. Todos pensavam que um dos dois, o mais débil, não conseguiria sobreviver. Pelo contrário nada disso aconteceu, depois de seis meses de difícil convivência, ei-los ainda lá, jovens e prestantes raminhos prontos a arreliarem-se um ao outro, chicoteando-se cada vez que uma rajada de vento os fazia agitar.
Cresceram um virado a norte e o outro a sul, enfim quase abraçados, mas sempre a tentarem roubar o pouco espaço que havia entre eles.
Agora mergulhavam os seus ramos vigorosos e as fortes raízes no espaço um do outro numa contínua série de provocações e de punições alimentando diariamente rancor e ressentimento. Primeiro importunavam-se depois contrariavam-se e por fim, odiavam-se.
O nortenho com a sua folhagem obscurecia o sol ao do sul, que por sua vez colocou um dos seus ramos mais baixo justamente contra o tronco de modo que quando soprava a nortada serrava-lhe a casca do tronco.
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