
Ainda que era Filho, aprendeu a obediência, por aquilo que padeceu, e, sendo Ele aperfeiçoado, veio a ser a causa de eterna salvação para todos os que Lhe obedecem; chamado por Deus sumo sacerdote, segundo a ordem de Melquisedec. Hebreus 5:8-10
No Antigo Testamento, os sumos sacerdotes eram treinados para cumprir os seus deveres. Da mesma forma, Cristo, pelo sofrimento, foi habilitado para exercer a Sua obra especial de consolação, intercessão e edificação. Ele experimentou a dor física, emocional e espiritual, bem como problemas familiares, ataques à Sua reputação e rejeição por parte da Sua comunidade local e nacional. Consequentemente, Ele sabe socorrer as almas sofredoras aplicando consolo e força.
— K. R. Keyser
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“… Lhe disse um dos Seus discípulos: Senhor, ensina-nos a orar …” Lucas 11:1
Ao longo das Escrituras somos constantemente lembrados da importância da oração. Daniel orava três vezes ao dia. O Senhor Jesus Cristo passou noites inteiras em oração. Os discípulos passaram dias em oração antes de pregarem no dia de Pentecostes. Quando Saulo de Tarso se converteu, passou os seus primeiros dias em constante oração. O poder fortificante para a proclamação eficaz do Evangelho vem da oração com fé. É por isso que o grande pregador C. H. Spurgeon escreveu certa vez: “Prefiro ensinar um homem a orar do que dez homens a pregar”. O nosso desejo deve ser: “Senhor, ensina-nos a orar”.
— Paulo Young
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